Expediente

Revista semestral editada há 16 anos, em caráter disciplinar, pelo V período (manhã e noite) de Relações Públicas, do Centro Universitário Newton Paiva, na disciplina de Jornalismo Empresarial, ministrada pela professora e editora da Revista, Ana Beatriz Goulart Pereira. Versão On Line publicada desde 2002.

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terça-feira, 20 de outubro de 2009

RP EM REVISTA ON LINE - ANO XVI - No 31 - II SEMESTRE 2009

APRENDIZADO ESTIMULA ALUNOS E VIVIFICA PRÁTICA EM SALA.

"Ver uma palestra é uma coisa. Participar para contar para outros, compreender e contar o que há de mais importante é outro desafio para o comunicador". Esta foi a grande aprendizagem para Flávia Rocha, aluna que atuou na redação de matérias para a prática de produção da RP em Revista, desenvolvida em sala de aula,na disciplina de Jornalismo Empresarial, do Curso de Comunicação Social do Centro Universitário Newton Paiva, na habilitação Relações Públicas.

A Turma se articulou e vivenciou todas as etapas de produção da revista. "Estamos no décimo sexto ano de prática de produção da Rp em Revista. Trata-se de uma oportunidade dos alunos aprenderem todo o processo de uma redação na prática. Ver como os detalhes e cuidados na apuração, redação e produção gráfica de uma peça jornalística exige um trabalho afinado de equipe. É a prática da comunicação integrada de verdade. Muito bom ver os olhos dos alunos brilhando por aprenderem algo novo e útil para suas vidas profissionais. Vai muito além da técnica. Há conceitos que se apreendem somente assim, no dia a dia", comenta a professora Ana Beatriz Goulart Pereira, responsável pela condução da prática nos últimos 7 anos.

Para Débora Damázio, "Aprendemos algo diferente, que nunca vimos no curso até o V período. Desenvolver textos, editorar, paginar reportagens e outros gêneros jornalísticos, nos permite ver mais sobre esta profissão. E, na produção da revista, pudemos aprender também mais sobre o publicitário, como temos que trabalhar integrados realmente".

A prática consiste em criar uma revista. A turma da manhã produziu a Revista Sigma e a turma da noite produziu a Revista Feedback. Ambas podem ser acessadas em arquivo pdf, nos links acima. Neste semestre, a turma foi desafiada a criar a revista em versão impressa e o resultado foi muito bacana. " Não podíamos sair da faculdade sem aprender isso. É mais uma oportunidade de mercado em várias funções diferentes. Gostei demais de aprender a editorar uma revista no publisher, me desafiou muito e tivemos que trabalhar muito unidos", conta Renata Fagundes, aluna da turma da manhã.

Enfim, você não pode perder. Leia as revistas deste II semestre de 2009, que trazem assuntos importantes para os comunicadores, tanto professores como acadêmicos e profissionais atuantes no mercado. E saiba mais sobre a Rp em Revista de anos anteriores lendo abaixo o blog da disciplina. Em breve, publicaremos aqui depoimentos destes alunos que deram o melhor de si e revelam em todo o processo que o aprendizado pode acontecer, sempre, e ainda de modo prazeroso!

Valeu demais turmas! Vocês ousaram retomando a versão impressa neste semestre!

quarta-feira, 22 de abril de 2009

RP EM REVISTA ON LINE - ANO XV - No 30 - I SEMESTRE 2009

15 ANOS DE REVISTA: UMA HISTÓRIA TRANSPARENTE.

Olá, pessoal!
Estamos iniciando a produção da RP em Revista On line número 30.
Uma edição especial que marca 15 anos da produção de conteúdo na área de comunicação, com a visão exclusiva de profissionais atualizados, escutados durante vários estudos acadêmicos desenvolvidos ao longo do Curso de Relações Públicas do Centro Universitário Newton Paiva, em Belo Horizonte.

A principal característica da RP em Revista On Line é ter, a cada semestre, duas produções na versão on line, disponibilizadas em plataforma interativa de blog.

A produção da turma da manhã poderá ser acessada clicando em http://rp2007news.blogspot.com e a da turma da noite pode ser saboreada no endereço http://revistacristalrp.blogspot.com.

Deliciem-se com várias reportagens e artigos sobre comunicação interna, assessoria à imprensa, entenda mais sobre tecnologias do cenário empresarial e conheça visões de profissionais de relações públicas sobre o momento atual da profissão.

Brinde conosco essa data memorável de 15 anos de trabalho e dedicação.
Aguardamos seus comentários.

Com grande carinho.

Ana Beatriz Goulart Pereira
Professora / Editora - Chefe da RP em Revista On Line
bia@goulartgrossi.com.br

terça-feira, 26 de agosto de 2008

RP EM REVISTA ON LINE - ANO XIV - No 29 - II SEMESTRE 2008

EDITORIAL
Olá, pessoal.
Neste número 29, da Rp em Revista on Line,estou particularmente feliz e orgulhosa!

As turmas do V período, da manhã e da noite inovaram e produziram um conteúdo riquíssimo, que revela a importância do aprendizado prático para o Relações Públicas, indo muito além, com dicas de leitura, definição de termos utilizados na área, sugestões de vídeos e uma visão geral de como estão atuando hoje no mercado.

Detalhe: a revista pode ser acessada entrando no link: http://inovacaorp.blogspot.com e http://rpnaintegra2008.blogspot.com .

Saboreiem: são os futuros relações públicas, formados pelo melhor curso de RP de Minas Gerais, mostrando com que garra estão chegando no mercado!

Aguardamos comentários!

Ana Beatriz Goulart Pereira
Editora Chefe/PR em Revista On line
bia@goulartgrossi.com.br

terça-feira, 19 de fevereiro de 2008

RP EM REVISTA - ANO XIV - No 28 - I SEMESTRE/2008

Olá, pessoal.

Neste semestre, a RP em revista online, em sua 28a edição, será produzida pelos alunos do V período do Curso de Relações Públicas, manhã e noite, do Centro Universitário Newton Paiva, com algumas novidades.

Os próprios alunos e também professores produzirão seus textos e enviarão para publicação, zelando pelo título, veracidade do conteúdo, fotos, legendas e assinatura de cada material produzido. Os assuntos serão os mais diversos, desde a prática em sala de aula, até os resultados desta aprendizagem no mercado de trabalho. Também dicas de leitura, vídeos, filmes, entrevistas e pesquisas na área da comunicação.

E o melhor: fiquem de olho, pois, pela primeira vez, você terá acesso ao conteúdo fresquinho, antes mesmo da revista ficar toda pronta. Isso, porque vamos publicando ao longo do semestre, contribuindo assim, para interação e mais factualidade da revista, ok?

Apartir de agora, em cada número, você conhecerá um pouco dos talentos que estão chegando ao mercado, um pouco do que têm feito, do que têm aprendido, do que têm vivenciado no mercado, da forma como têm brilhado em pequenos e grandes feitos.

Uma revista que cada dia fica melhor, com a sua cara!
Aliás, cara do curso de Relações Públicas, das nossas coordenadoras, Kênia Fernandes e Ivanete Salgado, dos nossos colegas que formam um time excepcional, coeso, antenado e empreendedor. Cara da Newton Paiva, né gente?

Abaixo um depoimento de uma aluna e para ver mais, clique nos comentários a esta postagem!

Com carinho,

Ana Beatriz Goulart Pereira
Editora/prof Jornalismo Empresarial



A Relevância do Jornalismo Empresarial para as Relações Públicas

 

 

Segundo Waldyr (2003) a comunicação no ambiente empresarial é uma atividade estratégica que engloba a assessoria de imprensa, planejamento, ações de comunicação interna e externa no âmbito corporativo, além de abranger o jornalismo empresarial.

                   Para um profissional de Relações Públicas que zela e cuida da imagem de uma organização torna-se necessário o aprendizado sobre o assunto "Jornalismo Empresarial" que compreende, não apenas as ações de relacionamento com a mídia, mas a elaboração de veículos jornalísticos para determinados públicos estratégicos da empresa.

      O Jornalismo Empresarial aborda diversos temas, tais como: assessoria à imprensa, produção de peças gráficas e a gestão da comunicação. A assessoria de imprensa é uma ferramenta essencial nas mediações das organizações com o grande público, a opinião pública e a sociedade em geral, via mídia impressa, eletrônica e internet. A produção gráfica consiste em peças produzidas pela empresa para estabelecer um relacionamento freqüente com os seus públicos, ou seja, são veículos alternativos institucionais periódicos que permitem criar uma comunicação ágil e interessante. Já a gestão da comunicação é a ferramenta estratégica, utilizada tanto internamente quanto externamente, com a capacidade de articular as diversas mídias e as diferentes linguagens da comunicação – canal entre empresa e imprensa, baseada em posturas éticas.

A prática do jornalismo empresarial representa o atendimento à necessidade do desenvolvimento da comunidade organizacional, o que refletirá no respeito mútuo entre a instituição e os seus colaboradores; proporcionará a formação de receptores e difusores de opinião e, também, a prática do feedback.

Nesse ambiente, a tarefa do Relações Públicas será bem-sucedida e realizada por intermédio da implantação de instrumentos específicos para os funcionários e demais públicos da empresa – newsletter, jornal institucional, cartão de visitas, site, entre outros – para que haja uma comunicação transparente, rápida e eficiente em sua veiculação.

O profissional de Relações Públicas, além de ser o estrategista da comunicação com visão de negócios, terá que conhecer a área do jornalismo empresarial, para que assim, consiga promover o relacionamento entre uma empresa e seus públicos de interesse da melhor maneira possível. Mas, para que esses instrumentos de comunicação alcancem os seus objetivos é imprescindível investimentos e planejamentos por parte das organizações.

 

 

Nome: Karine Lage Martins

RA: 4046289

E-mail: karinelage@gmail.com

Cargo: Estagiário de Relações Públicas

Empresa: Colégio e Pré-Vestibular Soma

 
--
Karine Lage

domingo, 14 de outubro de 2007

RP EM REVISTA - ANO XIII - No 27- II SEMESTRE/2007



Editorial
COLOCANDO A CASA EM DIA!

Olá, pessoal!
Neste semestre, tivemos um grande desafio de colocar a RP em Revista On Line em dia, ou seja, publicar todas as versões anteriores, com riqueza de padronização visual e criando uma identidade única para as próximas edições que virão pela frente.

Coube a vocês, alunos do V período deste II semestre, tanto manhã, quanto noite, que já estão experimentando os benefícios das práticas de Jornalismo Empresarial via Blog, tornar esse projeto atual e ágil .

A logomarca final da nossa revista foi feita por Thiago Carvalhães. Neste espaço, alunos podem fazer comentários sobre a RP em Revista On line, revelando e justificando suas propostas e benefícios para os acadêmicos, empregadores e demais profissionais da comunicação que atuam no Brasil.

Breve virá a revista 2008, com link especial! Aguardem!

Com carinho,
Ana Beatriz Goulart Pereira
Editora - MTB - Fenaj: 4700/MG
bia@goulartgrossi.com.br



PLANO DE NEGÓCIOS

O desenvolvimento de um plano de negócios proporciona soluções estratégicas de comunicação capazes de construir a imagem e o relacionamento organizacional da empresa no qual se pretende criar.



O plano de negócios é construído através de um planejamento baseado em pesquisas aprofundadas, fazendo com que a organização seja totalmente viável caso saia do papel.O plano de negócios é uma oportunidade que nós, acadêmicos, temos de colocar em prática, toda a teoria vista em sala de aula através da junção de todas as matérias do semestre, trabalhando as diversas áreas da comunicação.



O 5º período torna-se a chave para o nosso desenvolvimento profissional, no qual se exige um comprometimento muito grande e a utilização dos conhecimentos que viemos adquirindo ao longo do curso de maneira totalmente prática, como se realmente estivéssemos exercendo a profissão de Relações Públicas.


Essa prática nos permite uma inserção no mercado, ao passo que, desempenhamos um papel de profissional frente á criação de um novo negócio, nos colocando como empreendedores e conhecendo á fundo todas as etapas para se montar um empreendimento seguro, para que a empresa consiga se manter no mercado.


Em um determinado momento é inevitável o cansaço decorrente da amplitude do trabalho e a preocupação se realmente vamos dar conta, afinal, é um trabalho muito complexo e profissional, e como tal, exige-se muito esforço, habilidade e principalmente, conhecimento. No final, toda essa preocupação se transforma em gratificação, pois não há nada melhor do que a sensação de dever cumprido.


Enfim, o plano de negócios é o resultado do nosso crescimento pessoal e profissional, é o primeiro passo para sabermos que somos capazes e estamos preparados para enfrentarmos o mercado lá fora. Através de todo esse projeto, descobrimos nossas habilidades, competências e definimos enfim, qual a área que queremos atuar.


* Fernanda Alves Silva / 6º período RP Manhã

BLOG
Da diversão ao trabalho!


É começo de semestre! 5º período!
Momento de expectativas, dúvidas e surpresas.


O mundo globalizado nos cobra novos conhecimentos a cada dia e não podemos ficar passivos diante dessa cobrança. É preciso reagir, interagir e usar o “novo” em benefício próprio na construção de nossas próprias oportunidades.

E é exatamente isso que a disciplina “Jornalismo Empresarial” nos proporciona. Conhecer novas tecnologias, novas ferramentas de comunicação, novos meios de lidar com os processos de comunicação já existentes e a possibilidade de colocar em prática no mercado de trabalho o conhecimento adquirido em sala de aula.

A atividade de criação de um BLOG, talvez aparente ser simples e o impossibilite ver de imediato os resultados positivos após sua conclusão, entretanto, o blog é uma ferramenta de comunicação bastante usada pelas empresas e, que geralmente, contribui para a interatividade e aproximação da organização com seus diversos públicos. Vale lembrar que essa ferramenta deve ser usada como apoio a outras ações e apresentar um conteúdo dirigido, interessante, ágil e dinâmico. Antes mesmo de criar é preciso planejar, não “fazer por fazer”, mas sim, perceber a importância desse conhecimento e sua aplicabilidade no mercado.

E se a onda é digital...O papel dá lugar aos pixels de resolução e você se conecta à RP EM REVISTA ON LINE. Bem mais acessível, aproximativa e o melhor, ecologicamente correta (rs).

Veja o resultado, acessando meu blog “RP MAIS”:
http://blogrpmais.blogspot.com/

Thiago Carvalhaes
6º período de Relações Públicas – Newton Paiva

RP EM REVISTA - ANO XIII - No 26 - I SEMESTRE/2007

CUSTO X BENEFÍCIOS
Investir em comunicação é hoje pauta da maioria das reuniões gerenciais dentro das empresas no Brasil. O gargalo é sempre responder à pergunta: por onde começar? Quanto custa investir em comunicação? Nesta edição, a RP em revista, através de nossos alunos, conversa com empresários de vários setores e segmentos que abrem o jogo sobre suas dúvidas e experiências bem sucedidas, custos, benefícios e desafios atuais. Matérias imperdíveis, que nortearão tanto quem contrata como quem busca uma vaga no mercado de comunicação empresarial, sobre as demandas e expectativas para o cenário atual no país.

Em construção...

RP EM REVISTA - ANO XII - No 25 - II SEMESTRE/2006

Editorial

Em dia com o Relações Públicas!!
RP em Revista volta a ser publicada, agora em versão on line, revigorada e com muito mais informação para você e para o mercado de Comunicação no Brasil.


Portas Abertas e Sangue Novo no CONRERP

  • Ex-aluno da Newton, recém formado chama a todos para participar da nova gestão do Conselho Regional de Relações Públicas – 2007/2008.
  • Alunos fazem importantes sugestões para melhoria dos conselhos de classe de Relações Públicas.
  • Site itinerante fortalece profissão do RP

Trilhas de Sucesso:
o que acontece com alunos que acabam de sair da faculdade?

  • Renata Veneranda – Coordenadora Executiva do CCI – Centro de Comunicação Integrada/Agerp
  • Alesandra Collares – Gerente de Comunicação da Newton Paiva
  • Rp da Leroy Merlin conta como conseguiu uma vaga no mercado
  • A mulher e o empreendedorismo em Relações Públicas
  • Os desafios de uma RP para se produzir uma revista

Quem investe em comunicação em Minas Gerais?

  • As indústrias mineiras investem em comunicação?
  • A estratégia de comunicação de ONGS que investem em cultura em Belo Horizonte.

Por dentro dos desafios do profissional de RP

  • Hora de usar a internet
  • O desafio de usar bem as tecnologias.
  • Você acredita no aprendizado via estágios?
  • Marca Pessoal: passaporte intransferível.
  • Dicas de emprego colocam você na trilha do sucesso

Diante das câmeras
A produção de vídeos institucionais realizada pelo Curso de Relações Públicas atende a clientes reais e dá provas de como a Universidade deve dar retorno para a comunidade.

Sala de aula: espaço de prática em cidadania.


Eventos : aprendendo com a Agerp


Artigo
Alunos se desafiam a pensar o Relações Públicas em sociedades autoritárias.

Aprendendo com Gente como a Gente

  • Os sonhos do estudante quando entra é diferente de quando sai profissional?
  • Horas complementares: ainda tem dúvidas?
  • Recicle-se!

A Diversidade do Mercado para o RP

  • Planejamento, Consultoria e eventos, na boca de quem faz na prática.
  • Empreendedorismo em Relações Públicas
  • O RP e os SACs - Serviços de Atendimento aos Clientes
  • Estudante de Relações Públicas elege-se como deputado mais votado de Minas Gerais.
  • O trabalho de RP no serviço Público de Belo Horizonte e Betim.
  • Pan 2007: como está a divulgação?

Talento e conversa
“Conheça esse talento chamado gente e você terá muito sucesso nessa profissão de relações públicas”. Em uma imperdível entrevista o vice-presidente da Coca- Cola em Minas conta como a profissão de Relações Públicas ajuda a construir o humano e vice-versa, num caminhar para o bem estar.

Expediente

Revista Laboratório do Curso de Relações Públicas Faculdade de Ciências Sociais Aplicadas – FACISA /Centro Universitário Newton Paiva

Reitor

Dr. Newton de Paiva Ferreira Filho

Vice-Reitor

Dr. Paulo Newton de Paiva Ferreira

Pró-Reitora Acadêmica

Ângela Maria P. Pace S. de Assis

Diretor da FACISA

Luiz Gonzaga Lopes Cordeiro

Coordenadora do Curso de Comunicação Social, Habilitação em Relações Públicas

Kênia Fernandes e Ivanete Salgado

Editora ResponsávelAna Beatriz Goulart PereiraReg. DRT/MG 4700

Editoração e Revisão

Agência Goulart Grossi - http://www.goulartgrossi.com.br/

Esta é uma revista-laboratório, produzida na disciplina Jornalismo Empresarial, por acadêmicos do V período, manhã e noite, ao longo do I semestre de 2006, sob a orientação editorial da professora Ana Beatriz Goulart Pereira. A revista é produzida com duas edições anuais e publicada no site do Curso de Relações Públicas do Centro Universitário Newton Paiva. A RP em Revista não se responsabiliza pelos conceitos emitidos em artigos assinados e permite a reprodução total ou parcial das matérias, desde que citados a fonte e o autor.

OPINIÕES E SUGESTÕES DE PAUTAS, PARCERIAS OU ANÚNCIOS:

bgoulart.prof@newtonpaiva.br ou bia@goulartgrossi.com.br .

RP EM REVISTA - ANO XII - No 24 - I SEMESTRE/2006

Editorial
Profissional High Tech

Mercado de comunicação ganha impulso e desafia o profissional de Relações Públicas a mostrar a que veio. Nos bastidores, muitas empresas já contam com o trabalho do RP e o desafiam a apostar suas fichas na interatividade de suas ações e peças. A RP em Revista On Line acompanha a tendência e incrementa espaço interativo com leitor para que você possa ajudar a fazer a revista ao responder às enquetes de cada número. Confira!

Visão de cenário
RP - SEM PEDIR LICENÇA
Relações Públicas invadem o mercado de trabalho
Segundo a Associação Brasileira de Relações Públicas – ABRP Relações Públicas é a atividade e o esforço deliberado, planejado e contínuo para estabelecer e manter a compreensão mútua entre uma instituição pública ou privada e os grupos de pessoas a que esteja, direta ou indiretamente, ligada. A prática profissional de Relações Públicas busca estabelecer o consenso através do emprego estratégico das diferentes técnicas de comunicação social. Pode ser caracteriza como uma área mista de comunicação e administração, pois prepara os gestores da comunicação interna e externa das variadas organizações, além de ser uma atividade de administração estratégica dos contatos e do relacionamento entre uma organização e os diferentes públicos que a constituem ou que com ela se interagem e se relacionam indireta ou diretamente. O Rp avalia as atitudes públicas, identifica as diretrizes e a conduta individual ou da organização na busca do interesse público, além de planejar e executar um programa de ação para conquistar a compreensão e a aceitação pública. As áreas mais comuns onde um profissional de Relações Públicas atua são as assessorias governamentais, como assessor e consultor autônomo, desenvolvimento de campanhas e programas de comunicação interna e externa, pesquisas de opinião e atividades de cerimonial e eventos, além das novas tendências de mercado que ainda não são tão conhecidas.

RELAÇÕES PÚBLICAS HIGH-TECH.

Como as novas tecnologias influenciam as Relações Públicas.
Frente aos avanços tecnológicos, diversificação dos meios de comunicação junto à facilidade de acesso a estes e além da enorme quantidade de informações que são despejadas diariamente na sociedade, não há como não notar as mudanças no comportamento desta. Com isso, o comunicador se vê na necessidade de se adaptar a esses avanços para que seu trabalho seja realizado da melhor forma possível. Atualmente, esses avanços tecnológicos tornaram-se indispensáveis para a atuação de qualquer profissional, pois aquele que não se adequa a essas questões acaba perdendo o seu lugar no mercado de trabalho. No caso das Relações Públicas não é diferente, como cita Magaly Corrêa, 63 anos, Relações Públicas, atuante no mercado desde 1976 que, atualmente, trabalha com foco em Comunicação Social Integrada no Rotary Clube em Belo Horizonte “A tecnologia, influência muito o profissional de RP, pois este tem que acompanhar a evolução crescente da modernidade para se manter no mercado ".

INFORMÁTICA O QUE FAZER COM ELA?
Relações Públicas abrangendo mais conhecimentos para sua área.
Não se pode negar que as tecnologias andam e fazem parte da rotina dos profissionais de Comunicação Social. Por isso esses sempre têm que se manter atualizados para melhor se posicionarem no mercado. È fundamental que eles tenham grande domínio na área de informática e de seus programas e softwares, já que quase todo o seu trabalho terá uma ajuda dele para ser desenvolvido, como, por exemplo, relatórios, planilhas, gráficos, peças publicitárias, dentre outras.

Desafios e Oportunidades
É LEI!
O RP tem responsabilidade técnica por todas as informações de caráter institucional divulgadas a qualquer veículo de comunicação.

ASSESSORIA DE IMPRENSA
Relações Públicas X Jornalista
Está em andamento um projeto de lei que propõe que a função de Assessoria de Imprensa seja exercida exclusivamente pelo profissional de jornalismo. A polêmica é muito grande nesse sentido, pois hoje temos profissionais de várias áreas da comunicação atuando neste setor, inclusive Relações Públicas.
A pergunta é qual o profissional mais apto para exercer a função de assessoria de imprensa? Procuramos alguns profissionais de comunicação para ver a visão deles sobre o assunto.

COMUNICAÇÃO INTERNA:
Estratégia que alcança objetivo, quando trabalhada por gestores multifuncionais.

A abertura de mercados, a evolução da informação e, principalmente, o desenvolvimento tecnológico fizeram com que as empresas passassem por uma reestruturação na busca de garantir a sua sobrevivência. A adaptação dos funcionários às mudanças é que vai estabelecer um clima organizacional favorável para o alcance dos objetivos da empresa. Para isso é necessário um investimento nas equipes de colaboradores, estreitando a relação entre estes e a alta direção, levando-os a terem uma visão compartilhada sobre o negócio, incluindo itens como gestão, metas, resultados, produtos, serviços e mercados nos quais atua. Portanto, as ações de comunicação devem ser eficientes e as informações transmitidas com o auxílio de ferramentas apropriadas que atinjam uniformemente seu público interno. A empresa Gerdau Açominas é o case desse semestre.

Arte & Cultura
A ARTE DAS RELAÇÕES PÚBLICAS E A COMUNICAÇÃO DOS TAMBORES.

“Os comunicadores são como braços do nosso trabalho” (Sérgio Pererê)
De acordo com o Instituto Pensarte, o setor cultural representa oficialmente 1% do Produto Interno Bruto brasileiro (PIB), gerando cerca de 510 mil empregos, ou seja, 53% a mais do que na indústria automobilística, por exemplo. Este número é ainda maior quando consideramos que muitos dos trabalhadores deste setor estão na informalidade. Apesar disto, quase não encontramos profissionais de Relações Públicas atuando no setor de cultura. A bibliografia é ainda mais escassa e, sobretudo descrita como marketing cultural. É preciso, pois, que os profissionais e os pesquisadores de Relações Públicas repensem o seu papel dentro do desenvolvimento social e cultural, atuando de forma mais efetiva neste setor e ocupando o seu devido lugar neste mercado de trabalho tão promissor.

EVENTO MOSTRA CARA DE MINAS
Evento no setor cultural prova que com boa comunicação é possível incrementar Turismo e Cultura em Minas Gerais
Considerado o maior evento cinematográfico em Minas Gerais, a Mostra de Cinema de Tiradentes desperta a atenção de um público seletivo. O evento é realizado na cidade histórica de Tiradentes, interior de Minas Gerais, e envolve, ao longo do ano, vários profissionais que se empenham para promover um evento de qualidade e que desperte o interesse de todos.

PREFEITURAS E COMUNICAÇÃO
Setor Cultural carece de profissionais de comunicação para dar impulso e brilho às ações na área.
O setor cultural tem provado que cada vez mais movimenta e gera recurso, além de benefícios indiscutíveis para a sociedade. Mas será que as secretarias de culturas estão munidas de profissionais de comunicação para realizar estratégias e ações do setor nos municípios? Em entrevista, Marcelo Gomes, secretário de Cultura de Tiradentes, revela que, apesar dos esforços e algumas exceções, essa não é bem a realidade na maioria das prefeituras de Minas.

RELAÇÕES CULTURAIS
Fator Estratégico Para o Desenvolvimento

No momento em que o fazer cultural começa a ser compreendido como fator estratégico para o desenvolvimento econômico, assumir a cultura como elemento transformador para as empresas é especialmente necessário. Neste contexto, abre-se um vasto campo de trabalho para o profissional de comunicação, presença indispensável em todo o processo, interno e externo, de gestão e produção cultural.
As próprias organizações podem ser entendidas como fenômenos culturais. Uma empresa é constituída por redes de pessoas capazes de criar, produzir e gerar efeitos perante a sociedade. Todo este fenômeno seria impossível sem a presença da comunicação.

Fique por dentro da cultura!
Deseja manter-se informado sobre os últimos acontecimentos culturais no Brasil e no mundo? Existem várias publicações periódicas on-line sobre o assunto, e o melhor: sem custo algum. Basta cadastrar-se e usufruir! Confira.

CONRERP
Filiar-se ao CONRERP é, sobretudo, uma questão de ética

A importância da participação ativa do profissional de RP nos processos de valorização da profissão através do CONRERP.

Apoio para o profissional de Relações Públicas
A profissão de Relações Públicas no país é regulamentada pela lei 5377, de 11 de dezembro de 1967. Todo profissional que exerce a atividade de Relações Públicas deve ser registrado no Conselho Regional de sua região, que é uma entidade de fiscalização profissional, responsável perante a sociedade pela qualidade dos serviços prestados pelo profissional. Conheça mais sobre o CONRERP na entrevista com Angelina Gonçalves, presidente do CONRERP 3ª região.

Fique por dentro
O CONRERP traz uma série de benefícios aos profissionais de Relações Públicas, e informar com eficiência e agilidade é sua principal atribuição – Fique por dentro!

As empresas e a sociedade
MÍDIA: UMA PODEROSA ARMA PARA O RELAÇÕES PÚBLICAS
Relações Públicas e a mídia fazem “decolar” o bom relacionamento das empresas com a sociedade.

A mídia é fundamental para a comunicação e está em constantes expansão, fazendo aumentar o campo de atuação dos profissionais desta área e o relacionamento entre Relações Públicas, empresas e sociedade.

PROJETOS SOCIOAMBIENTAIS
Sucesso depende de foco nas necessidades reais das comunidades.
Produzir o engajamento das diferentes partes envolvidas no exercício da Responsabilidade Social nas empresas é o grande desafio para quem investe no setor. E é o Relações Públicas, o principal responsável por articular e promover o diálogo entre os parceiros.

RESPONSABILIDADE SOCIAL:
Case: Drogaria Araújo : uma questão de posicionamento

As empresas que investem em ações sociais são mais admiradas tanto por seus clientes e comunidade como também por seus funcionários. As pessoas desejam trabalhar em empresas que adotam algum tipo de projeto social. A conseqüência disto é a capacidade da empresa atrair bons funcionários e a simpatia dos públicos em potencial. Além disso, ao se aproximar da comunidade, as empresas tornam-se mais aptas a obter informações e conhecimentos sobre a sua área de atuação e o mercado.

CIDADANIA: TEORIA E PRÁTICA
A sustentabilidade do 3o Setor

O Terceiro Setor surge como área de atuação em ascensão para profissionais de Relações Públicas, uma vez que a comunicação é fundamental no processo de articulação no relacionamento com a sociedade. Inserido como gestor dos processos comunicacionais, o profissional de RP, encontra neste setor a oportunidade de alcançar realização profissional e pessoal, Sheila Lima, Coordenadora do Curso de Relações Públicas do Uni-BH e Coordenadora Adjunta do Diagnóstico do Terceiro Setor em Belo Horizonte, em entrevista a Revista RP On Line revela que esta é uma área promissora para futuros profissionais de Relações Públicas.

SALA DE AULA VIVA
Alunos de Relações Públicas desenvolvem projetos de comunicação em instituições sem fins lucrativos.
Os projetos de comunicação são realizados por alunos do 4º período de Relações Públicas, do Centro Universitário Newton Paiva, na disciplina RP e Cidadania. São muitos os ganhos com a prática, já que possibilita uma imersão na vida de organizações, permitindo aos acadêmicos uma vivência prática de tudo o que o curso os ensinou até o momento. O objetivo maior deste trabalho é criar estratégias que contribuam para melhorar a comunicação entre as instituições e comunidade. A atividade é uma proposta disciplinar coordenada pelo professor Flávio Toffani e confirma como a cidadania se constrói também em sala de aula!

ARTIGOS
ÉTICA NA PROFISSÃO

A importância da Ética e a sua ligação com o profissional de Relações Públicas.
Uma empresa pode ser considerada ética quando cumpre com seus deveres e age dignamente com seus diversos públicos. Não há como separar a ética da profissão de Relações Públicas, uma vez que é esse profissional quem fará intermédio entre a organização e seus públicos.

RP e RH:
Especialidades de mãos dadas.

Respeitadas as diferentes funções, trabalhar junto é fundamental para o sucesso da empresa.

TERCEIRO SETOR E MÍDIA
Parceria que vem dando certo

É de fundamental importância que as organizações desenvolvam políticas de comunicação mais abrangentes, confiáveis e consistentes para levar a diante um relacionamento mais maduro com os diversos públicos (empregados, investidores, consumidores, etc), construindo a reputação e o prestígio corporativos. No terceiro setor não é diferente, os meios de comunicação abrem espaço para a divulgação dos problemas sociais, mas são as ações e propostas concretas de soluções para estes problemas que ganham maior destaque. As organizações do terceiro setor vêm se mostrando “atraentes” para a mídia e têm despertado o interesse dos veículos de comunicação, acarretando, conseqüentemente, a crescente veiculação de temas de caráter social.

Empreendedorismo se ensina?
A importância do Empreendedorismo nas escolas.

O empreendedor é um agente de mudanças. Inovador, criativo e capaz de enxergar oportunidades onde outros nada vêem, está disposto a assumir riscos e transformar pensamentos em ações. Para tanto, ele precisa ter paixão pelo que faz.

Talento e Converssa
Construção de Imagem!
Os desafios da comunicação no Terceiro Setor

O Terceiro Setor vem crescendo muito devido as carências sociais do país, grande parcela da sociedade brasileira sobrevive em constante risco social, dessa forma, surgem Ong’s que se instalam em determinadas localidades e trabalham com muita seriedade, afim de suprir as deficiências deixadas pelo governo, em busca da melhoria da qualidade de vida da população. A profissão de Relações Públicas tem grande importância neste cenário, pois sua atuação é de extrema relevância para sobrevivência dessas Ong’s, desenvolvendo um trabalho de relacionamento com a sociedade através de um planejamento estratégico, buscando parcerias que viabilizem seus projetos sociais. Sendo assim, o RP atua na consolidação da imagem, promoção do crescimento dessas Ong’s no cenário atual e garantindo a sobrevivência do setor, além de perpetuar as práticas de responsabilidade social no país. Levi Carneiro, Diretor Voluntário da Associação Mineira de Reabilitação, além de atuar como Diretor Associado da Troiano Consultoria de Marca e Consultor da Asa Comunicação, relata, na sua visão, as perspectivas de inserção e crescimento da Comunicação no Terceiro Setor.

Os desafios e conquistas da ASMARE
O Terceiro Setor vem crescendo muito devido as carências sociais do país, grande parcela da sociedade brasileira sobrevive em constante risco social, dessa forma, surgem Ong’s que se instalam em determinadas localidades e trabalham com muita seriedade afim de suprir as deficiências deixadas pelo governo em busca da melhoria da qualidade de vida da população, a profissão de Relações Públicas tem grande importância neste cenário, pois sua atuação é de grande relevância para sobrevivência dessas Ong’s, desenvolvendo um trabalho de relacionamento com a sociedade, através de um planejamento estratégico, buscando parcerias que viabilizem seus projetos sociais. Sendo assim, o RP atua na consolidação da imagem, promoção do crescimento dessas Ong’s no cenário atual e garantindo a sobrevivência do setor, além de perpetuar as práticas de responsabilidade social no país. O Assistente de Assessoria de Imprensa da ASMARE (Associação dos Catadores de Papel, Papelão e Material Reciclável de Belo Horizonte), Anderson Martins, conta um pouco dos desafios enfrentados na consolidação e fortalecimento da instituição no mercado.

OS SEGREDOS DA CAPTAÇÃO DE RECURSOS
O RP "driblando" as dificuldades da captação de recursos

O terceiro setor está crescendo de forma rápida e a captação de recursos tornou-se uma das áreas mais desafiadoras para o profissional de Relações Públicas. Paula Carvalho, responsável pelo setor de comunicação, captação de recursos e divulgação da Instituição Filantrópica Caminhos para Jesus, formada no curso de Relações Publicas, pela UNA-Centro Universitário de Ciências Gerenciais, nos conta como utilizar a comunicação como aliada para driblar as dificuldades.

Superação de obstáculos através da criatividade
A Relações Públicas, Adriana Pessoa, defende que através da criatividade e parcerias é possível desenvolver um bom trabalho, mesmo com poucos recursos. Formada há 20 anos, Adriana tem verdadeiro amor pelo que faz. Atua no governo há 19 anos e coordena a equipe de RP da Secretaria Estadual de Saúde-SES de Minas Gerais.

Aprendendo com gente como a gente
Relações Públicas revoluciona Marketing Direto da RM Sistemas
A Relações Públicas Fernanda França, ex-aluna da Newton Paiva, revolucionou a comunicação do Departamento de Marketing Direto da RM Sistemas. A empresa faz parte do Grupo TOTVS o maior grupo de Softwares de Gestão Integrada do Brasil em ERP - Entrerprise Resouse Planning. Segundo a ela ”o RP é o profissional mais capacitado para entender, diagnosticar e planejar uma comunicação efetiva”

A Squadra apresenta a unificação de seu setor de Comunicação: A Integração que deu resultados
Aline Marian, do departamento de Comunicação da Squadra, e Fabiana Rodrigues, da Unimed BH, contam suas experiências e desafios da profissão RP

Uma necessidade no desenvolvimento da comunicação
Débora Ramos, co-cordenadora do Larp - Laboratório de Relações Públicas da UFMG e da Comunicação Social, fala sobre o Laboratório e seus objetivos. E conta, também, como estudantes de Comunicação Social podem pesquisar sobre o que é feito dentro das organizações pesquisando o Banco de Referências do Larp.

Emprego
POR ONDE COMEÇAR?
Porta aberta para o primeiro emprego!

O programa de trainee permite ao recém-formado conhecer a engrenagem do negócio e desenvolver competências e habilidades. Participar desse programa é o sonho dos estudantes de graduação. Em geral, algumas pessoas associam o trainee ao estágio, porém, há algumas diferenças importantes. Conhecer essas diferenças é dar passo importante para conseguir sua primeira vaga de emprego na área de comunicação empresarial.

Case: Programa de Trainee no Banco Santander
O Banco Santander Banespa é uma instituição financeira presente no Brasil há 21 anos, e através de pesquisas identificamos que ele oferece programas de trainee desde 1994. Para saber como é oferecido esse programa na empresa, como é feito a seleção e quais os pré-requisitos necessários, realizamos uma entrevista com o gerente do Banco Santander Banespa, Anderson Freitas de Mello. Imperdível!

ESTÁGIOS
Cadastre seu Currículo!


Pesquisar por quê?
Um grande passo pra o desenvolvimento profissional

A pesquisa cientifica é um instrumento vital para o processo de desenvolvimento humano e, sobretudo para o próprio país. Atualmente, pesquisadores são categóricos ao afirmar que o Brasil está defasado na atuação de pesquisas, porque o investimento está muito aquém do desejável. Apesar de inúmeras dificuldades na educação brasileira, muitas universidades públicas ou privadas estão investindo tanto em pesquisa científica como em trabalhos de conclusão de curso, como é o caso da Newton Paiva, que possui 26 pesquisas em andamento em cinco áreas diferentes.

Muito além do diploma!
Não é muito freqüente nas rodas de discussão a pesquisa científica. É lógico que existem pessoas interessadas em desenvolver pesquisas e preocupadas com realidades que precisam ser alteradas, mas este assunto não dá muita “audiência” entre os alunos. Mas, será por quê? A professora Jaqueline Morelo, orientadora de projetos e pesquisas científicas, no curso de Relações Públicas, do Centro Universitário Newton Paiva fala sobre sua relevância, seus objetivos e benefícios para o aluno que quer se aprofundar na área e não ficar de fora.

Monografias com leitura recomendada nesta edição.
· EDUCAÇÃO DE JOVENS NO TRÂNSITO
· RP E A SALA DE AULA


Trilhas de Sucesso
RP se destaca no ramo empresarial
A Relações Públicas Daniela Mara, funcionária e ex-aluna da Newton Paiva, aproveitou o mercado de trabalho e abriu sua própria empresa a DM Cerimonial, que tem atuado cada vez mais no mercado desde pequenos a grandes eventos. O que leva o seu nome a ganhar credibilidade e novas oportunidades como uma empreendedora de sucesso. Segundo a ela ” não dá para se falar em desenvolvimento econômico sem falar em empreendedorismo”.

Casamento perfeito!
Marcele Bastos de Sá, Relações Públicas atua no 3º setor, desde 2001, como Especialista de Comunicação da Conservação Internacional do Brasil (ONG Ambiental). Trabalhou por 12 anos no Banco Itaú, mas somente agora, desenvolvendo trabalhos em uma ONG é que se sente completamente realizada.

Tirando proveito da Academia
Aluna do Centro Universitário Newton Paiva , nascida em BH, cursando o 5º período de Relações Públicas, Janaina Vaz, de apenas 23 anos, implantou um setor de comunicação em uma entidade Filantrópica denominada AMAM – Associação Mineira de Assistência à Mucoviscidose – Fibrose Cística, além de ser eleita este ano à Diretora de Divulgação da ABRAM, Associação Brasileira de Assistência à Mucoviscidose – Fibrose Cística , localizada em Curitiba. É com empenho e dedicação que Janaina tira proveito de sua vida acdêmica para se consolidar no mercado profissional.

Fique por dentro
· Conheça o Curso de Relações Públicas da Newton Paiva
· Horas Complementares
· Relação Estágio/Empresa
· RP leva nome da Newton para o Exterior
· Mulheres empreendedoras



Interação
Ajude a fazer a RP em Revista On Line.

Participe de nossas enquetes e deixe sua marca registrada por aqui!
· Estágio atribuiu conhecimentos técnicos e práticos para a profissão de RP?
· Qual o tema ou assunto você gostaria de ler na próxima edição?

Expediente
Revista Laboratório do Curso de Relações Públicas Faculdade de Ciências Sociais Aplicadas – FACISA /Centro Universitário Newton Paiva
Reitor
Dr. Newton de Paiva Ferreira Filho
Vice-Reitor
Dr. Paulo Newton de Paiva Ferreira
Pró-Reitora Acadêmica
Ângela Maria P. Pace S. de Assis
Diretor da FACISA
Luiz Gonzaga Lopes Cordeiro
Diretora Adjunta FACISA
Vania Morato
Coordenadora do Curso de Comunicação Social, Habilitação em Relações Públicas
Kênia Fernandes e Ivanete Salgado
Editora Responsável
Ana Beatriz Goulart Pereira
Reg. DRT/MG 4700
Editoração e Revisão
Agência Goulart Grossi - http://www.goulartgrossi.com.br/

Esta é uma revista-laboratório, produzida na disciplina Jornalismo Empresarial, por acadêmicos do V período, manhã e noite, ao longo do I semestre de 2006, sob a orientação editorial da professora Ana Beatriz Goulart Pereira. A revista é produzida com duas edições anuais e publicada no site do Curso de Relações Públicas do Centro Universitário Newton Paiva. A RP em Revista não se responsabiliza pelos conceitos emitidos em artigos assinados e permite a reprodução total ou parcial das matérias, desde que citados a fonte e o autor.

OPINIÕES E SUGESTÕES DE PAUTAS, PARCERIAS OU ANÚNCIOS:
bgoulart.prof@newtonpaiva.br ou bia@goulartgrossi.com.br

RP EM REVISTA - ANO XI - No 23 - II SEMESTRE/2005

Sumário

RP em Revista Número 23

Produzida no II semestre/2005 pelos alunos do Curso de Relações Públicas do Centro Universitário Newton Paiva, como atividade curricular da disciplina de Criação e Redação em Jornalismo Empresarial, sob orientação da professora Ana Beatriz Goulart Pereira.

2005: UM OLHAR SOBRE A CRISE

A crise política e seus reflexos nas empresas. Reações, impactos e análise dos procedimentos dos Relações Públicas frente esse cenário.

EDITORIAL

2005: Houve crise?

OPINIÃO

Artigo: Afinal o que é crise?

Enquete: O que pensa a população sobre as respostas dadas pelas assessorias de comunicação em momentos de crise?

Artigo: Crise no Ambiente Empresarial

Artigo: Vacina e Antídoto

Artigo: O mundo de olho no Brasil

CRISE POLÍTICA

  • Avanços nas posturas (Almg).
  • Corrupção: caso isolado? (Correios)
  • Transparência Estratégica (Banco Rural)
  • Zelar pela imagem pública na Câmara

REFLEXO EM TERCEIROS

  • Arranhões inevitáveis (Fórum)
  • Adiamento de ações(Banco Mercantil)
  • BDMG ou BMG?

CRISE EMPRESARIAL

  • Meio ambiente em alerta! O quê fazer? (Novellis)
  • Reconstrução de um império (Pão de Açúcar)
  • Baixa Temporada (Hotelaria)
  • Cooperativismo (Unimed)
  • Risco de Tragédia (Pop Rock)
  • Fusão gera crise ( Recreio)
  • Como evitar a evasão?(Number one)

SUPERAÇÃO DE CRISE

  • Museu de Arte
  • Troca o disco... (DW)
  • Multinacional não assusta (Via Brasil)
  • Fala, cliente! (Atento Brasil – Call Center)

NOVO OLHAR

  • Fora de Controle (Procuradoria)
  • Volta ao mundo (Marlos)
  • Grandes Mudanças (V&M)

NOTAS - CASES DIVERSOS

  • Drible de craque (Gremig)
  • Blindagem (INAP)
  • Privatização (Telemar)


EDITORIAL
2005: houve crise?


Ao iniciarmos a elaboração da RP em Revista em agosto de 2005, estávamos no auge das turbulências políticas, onde bancos, partidos políticos e autoridades de todas as esferas governamentais davam um show midiático, trazendo à tona todo tipo de denúncia, fundamentada ou não.

Chegou ao ponto do nosso prefeito Fernando Pimentel dizer em tom irônico, mas bastante apropriado, em entrevissta a uma rádio da cidade, para criticar o vai-vem da imprensa no cenário: “Só falta agora alguém dizer que o PT foi o responsável pela morte do papa João Paulo II, que a mídia toda vai engolir e ir à Roma investigar pra ver se era verdade!”.

Cômico ou não, a verdade é que não podemos fechar os olhos e dar as costas ao fato: o país definitivamente deixou aflorar a ferida da corrupção que expôs o brasileiro ao fedor que tanto fazia questão de ignorar.

Pensamos: desse cenário, algo de útil é preciso ser produzido, afinal, nada acontece à toa. E, foi assim, que aproveitamos o período, ainda cheio de indagações, para dar uma olhadela no que nós comunicadores sabemos e temos feito para responder a momentos como esse, envolvidos ou não diretamente no processo de corrupção.

Os resultados foram dos melhores, mas só estarão completos quando você, ao ler as matérias, conseguir me responder afinal: “2005: houve crise?”.

Deliciem-se com nossa edição on line!

Ana Beatriz Goulart Pereira
Editora
Comentários sobre essa edição da Rp em Revista, sugestão de pautas, parcerias ou anúncio:
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RP EM REVISTA - ANO XI - No 22 - I SEMESTRE/2005

MERCADO DE TRABALHO

Conheça a atuação e valorização do profissional de relações públicas nos mais variados setores do mercado mineiro.

DESTAQUES DESTA EDIÇÃO:

  • SETOR PUBLICITÁRIO - Alunos vão para o mercado e entrevistam relações públicas que estão super bem colocados em agências de publicidade como a
    Lápis Raro, Com Você Comunicação, Lindolfo Paoliello, Primor Eventos, Reciclo e Stalo Comunicação. Os salários são compensadores.
  • SETOR INDUSTRIAL - O mercado é amplo e cobiçado, mas poucos conhecem a estrutura de comunicação que se demanda em uma indústria, seja qual for seu segmento. Profissionais da Acesita, AmBev, Coca Cola, Cemig, Manesmann, Mineradora Samarco, Powertrain e Vale do Rio Doce revelam nesta edição da RP em Revista os desafios do dia-a-dia da comunicação nestas organizações.
  • SETOR HOSPITALAR - Em Belo Horizonte, hospitais como Felício Rocho, Vera Cruz Life Center, Hospital da Baleia e a Unimed BH, investem cada vez mais em comunicação para garantir mais saúde e qualidade de vida a seus pacientes e funcionários.
  • SETOR FINANCEIRO - O desafio de fazer comunicação quando se está vinculado à matriz. É o que revelam as matérias feitas nos bancos Bonsucesso e Mercantil.
  • SETOR VAREJISTA - Setor tem empregado cada vez mais os relações públicas, que inovam e ampliam produtividade das empresas Catalão Veículos, Santa Marta e Shoppings Centers da capital.
  • TERCEIRO SETOR - Cada vez mais profissionalizado, o Relações Públicas tem feito a diferença em instituições do terceiro setor como AMAS, Lar Idosos e Rede Cidadã. O maior desafio é viabilizar a captação de recursos para garantir incremento nas ações.
  • SETOR TURÍSTICO - Convention Bureau em BH investe em comunicação pesada para mudar imagem da capital e internacionalizar turismo nas Minas Gerais.
  • SETOR ESPORTIVO - Um dos maiores clubes de Minas Gerais conta com Relações Públicas a décadas. Na entrevista com profissionais do Cruzeiro e do Minas Tênis Clube contam como é trabalhoso os bastidores dos que promovem entretenimento.
  • SETOR EDUCACIONAL - Uma matéria especial sobre o Centenário do Patrono Newton Paiva que marcou o ano de 2005.
  • SETOR GOVERNAMENTAL - Preparar-se para concursos para trabalhar em órgãos públicos é meta de muitos acadêmicos que foram a campo para conhecer a rotina do Rp em algumas instituições como Assembléia, Corpo de Bombeiros, Correios, Embrapa, FEAM, Governo de Minas, Ipsemg e Prefeitura Contagem.
  • OPINIÃO - Alguns alunos expressam suas idéias construindo conhecimento próprio, através da produção de Artigos inéditos sobre a profissão.

    Revista produzida no I semestre/2005 pelos alunos do Curso de Relações Públicas do Centro Universitário Newton Paiva, como atividade curricular da disciplina de Criação e Redação em Jornalismo Empresarial, sob orientação da professora Ana Beatriz Goulart Pereira.

em construção

RP EM REVISTA - ANO X - No 21 - II semestre/2004

90 ANOS DE RP NO BRASIL!
  • Afinal o que é ser RP hoje, na visão dos feras da área ?
  • 90 anos da profissão de Relações Públicas no Brasil.
  • Os pioneiros da área em Minas Gerais
  • Três Décadas formando novos talentos!
  • Currículo 10: evoluindo com o mercado.
  • AGERP: a melhor agência experimental do país.
  • Especial: 10 anos da RP em Revista.
  • As capas dizem muito: modernização do lay out ao conteúdo .
  • O mercado Internacional para o RP .
  • O Topo: o caminho das pedras contado por quem já chegou lá!
  • Figurinhas, qualificação e estratégia!
  • Turismo: de olho nas oportunidades atuais.
  • Relações Públicas e eleições, um desafio.
  • Perfil: a História da profissão contada por um dos RPs mais antigos de Minas
EDITORIAL
Agora, só depende de você!

Recentemente, em uma das reuniões de avaliação de final de curso, ouvi algo que achei bem interessante: “o Brasil nos próximos cinco anos vai, certamente, despontar entre as cinco maiores economias do mundo”!

A fala deixou a muitos boquiabertos, não fosse do Magnífico Reitor do Centro Universitário Newton Paiva, talvez sofresse uma série de interjeições e interrogações. No entanto, os dados contundentes apontados na mesma reunião não deixam dúvidas quanto a indicativa de assertividade da fala.
Como grande produtor de petróleo e dotado de um povo dos mais criativos, flexíveis e capazes de reverter processos de crise em oportunidades, o Brasil enfrentará em breve desafios novos, diante dos quais não mais poderemos distanciar nossos olhares: a fome, a falta de infra-estrutura, o crescimento de setores potenciais, o grande volume de investimentos externos e a adequação social para acompanhar essa efervescência.

O chamado vem a calhar com a real situação da RP em Revista hoje. Ficamos quatro edições em atraso com você, leitor. Mas retomamos revigorados, com novo espírito empreendedor e crítico. Desejando provocar reflexões profundas sobre o papel do profissional de Relações Públicas para esta nova realidade que nosso país em breve viverá.

Dar respostas! Estar preparado como profissional, seja de que área for. Este é o tom para o qual estamos sendo chamados. Uma revista focada no mercado, nas ações, no papel deste profissional, na reflexão sobre tendências, na amplitude das informações e no aprofundamento sobre a relevância da própria profissão, redescobrindo-a e qualificando-a para este futuro que vislumbramos.

Eis nossa reposta, com a publicação da RP em Revista – On line, um projeto que facilitará sua periodicidade, aproximará acadêmico e mercado, dará maior dinamismo e amplitude ao nosso cadastro e, melhor de tudo, garantirá seu envio, de modo ágil, aos mais variados espaços onde se demande aprofundamento sobre o tema: Comunicação.

Boa leitura e aproveite para ampliar seu network, encaminhando o link da revista para todos os seus contatos. Ou, entre em contato conosco e diga pra quem deseja que enviemos esse número.

Agora, só depende de você!

Ana Beatriz Goulart Pereira
Editora
Para comentários sobre essa edição da Rp em Revista,sugestão de pautas, parcerias ou anúncios:
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OPINIÃO
Afinal, o que é ser um RelaçõesPúblicas?

“O Relações Públicas é o profissional que desempenha com agilidade sua função estratégica e não apenas operacional. Ele deve buscar e propor soluções ao interpretar os anseios da sociedade em relação à atuação da empresa, demonstrando credibilidade interna e externa. É através do trabalho do RP que as pessoas encontram correspondência entre aquilo que a empresa diz ser e aquilo que experimentam”.
Tereza Crêspo de Rezende
Relações Públicas / Superintendência de Comunicação Empresarial da CEMIG

"O Relações Públicas é o profissional multidisciplinar da comunicação. Ele deve possuir habilidades como percepção, flexibilidade e capacidade para atuar nos diferentes níveis organizacionais, seja no âmbito estratégico, tático ou operacional, ou mesmo em todos ao mesmo tempo. Ele deve ser um agente de articulação da comunicação, que coleta, analisa, interpreta dados e transforma-os em informações úteis para os diferentes públicos”.
Flávia Rocha
Relações Públicas e Analista de Comunicação Externa da MBR
“O Relações Públicas é aquele profissional capaz de promover uma reeducação dos conceitos e comportamentos organizacionais, visando a manutenção ou revitalização de sua marca, maior aceitação pelos seus públicos e, concomitantemente, uma melhoria nas finanças organizacionais”.
Flávio Tófani
Relações Públicas, Mestre em Marketing e Professor/Newton Paiva.
“Relações Públicas é a busca permanente por detalhes que marcam a diferença nos processos comunicacionais”.
Júnia Alvarenga
Relações Públicas / Grupo Galpão

“Relações Públicas é o profissional que torna eficaz o gerenciamento da informação para os diversos públicos de uma organização”.
Raquel Parreira
Relações Públicas, professora do Centro Universitário Newton Paiva e Pró-Reitora de Graduação do UNI-BH

“A atividade de Relações Públicas é fator estratégico para a efetivação dos objetivos empresariais. Hoje, a qualidade e a tecnologia são facilmente copiadas. Já o clima interno, transparência e troca de informações só podem ser conseguidos através de um excelente trabalho de comunicação”.
Núbia Cristina de C. Pereira
Relações Públicas do setor de Comunicação Corporativa da V & M do Brasil S/A


DISSERTAÇÕES:
estudos atuais na área deComunicação, com foco em Relações Públicas
A imagem organizacional através do discurso
Orientada pela Professora Doutora Regina Helena Alves da Silva, a Profª KêniaFernandes, graduada em RelaçõesPúblicas pela Universidade Federal deMinas Gerais, defendeu sua dissertação de mestrado, com o título “O lugarArturos – Circuitos Comunicativos e preservação de comunidades tradicio-nais”, em maio de 2003. O objetivo prin-cipal desta pesquisa foi estudar a co-munidade dos Arturos. O trabalho estádisponível na biblioteca da FAFICH –Campus da UFMG, na Avenida Anto-nio Carlos, 6.627 – Belo Horizonte.
Consonância Cognitiva doDiscurso Organizacional
A professora Maria do Carmo Guerra, realizou um estudo sobre “A Consonân-cia Cognitiva do Discurso Organizacional– Uma Leitura dos Discursos Internos eExternos”. Esse estudo foi orientado pelas professoras doutoras Iara Costa e Olga Regina Cardoso e tem como objetivo discutir a importância do discurso organizacional envolvendo as várias formas de expressão de uma organização, tanto no ambiente interno quanto no ex-terno. A pesquisa está disponível nas bibliotecas da Universidade Federal deSanta Catarina.

O Endomarketing e o comprometimento
Em 2003, o professor Flávio Tófani, defendeu pela Universidade Federal de Santa Catarina sua dissertação demestrado. Orientado pela ProfessoraDoutora Iara Costa, a dissertação foiapresentada sob o título: “OEndomarketing como estratégia para ocomprometimento dos clientes internosda Polícia Militar de Minas Gerais –PMMG”. O trabalho está disponível no site da Universidade Federal de SantaCatarina http://teses.esp.ufsc.br/.
Autores: Ana Luiza Belfort, Marina Lamêgo e Renata Rochane.

OS 90 ANOS DA PROFISSÃO DE RELAÇÕES PÚBLICAS NO BRASIL

A regulamentação da profissão de Relações Públicas foi aprovada em setembro de 1967 pela Comissão de Justiça do Senado, através do ProjetoLei nº 288/66. Em 11 de dezembro do mesmo ano, a Lei nº 5377 é publicada e o Brasil conquista seu marco histórico: o primeiro país a regulamentar a profissão de Relações Públicas no mundo.

As atividades exercidas hoje por profissionais de Relações Públicas são, na verdade, muito antigas e vêm acompanhando reis, imperadores, políticos e grandesempresários. Sob outras alcunhas, com nomes como conselheiro ou assessor, ospioneiros tiveram que transpor muitos obstáculos numa luta incessante contra opreconceito das organizações, da sociedade e até da família. Com empenho, osprofissionais de Relações Públicas conquistaram seu espaço, seu valor ereconhecimento como parte fundamental no sucesso de uma organização. Mas ainda há muito que ser feito. E para continuar a construir uma trajetória de sucesso, é preciso conhecer detalhes desta história.

No Brasil o primeiro departamento decomunicação foi criado na Light, em-presa de energia elétrica do estado deSão Paulo, em 1914, há 90 anos. Noentanto, a atividade de Relações Públi-cas, em sua essência, é muito antiga.Remonta à época dos reis e imperado-res, sob o nome de conselheiro. Evoluiu para assessor de políticos e em-presários no século XX, consagrando-se em 1967 como Relações Públicas,profissional que cuida da imagem, dosrelacionamentos organizacionais e pro-move o diálogo entre os públicos.

A profissão de Relações Públicas surge no Brasil em decorrência de crisesrefletidas pelo confronto entre opiniãopública e interesses de mega empresários. Pioneira no país, a Light,companhia canadense, percebe a necessidade de se ter um setor especializado em cuidar dos seus relaciona-mentos com órgãos da imprensa e lí-deres condescendentes. À frente dodepartamento, Eduardo Pinheiro Lobo- engenheiro, formado na Inglaterra epatrono da profissão de RP no Brasil - exerceu, durante dezenove anos, asfunções de diretor de Relações Públicas da “Light”. Lobo começou a trabalhar no esclarecimento da opinião pública e na manutenção do relaciona-mento com a imprensa. O desenvolvimento da profissão só veio a se consolidar em meados do séculoXX com a chegada das empresas multinacionais e sua cultura de valorização de comunicação que promoveram o crescente desenvolvimento do mercado interno.
Assim, segundo José Grandjean dos Santos Pinto, em seu artigo “A VIDA E A OBRA DE EDUARDO PINHEIRO LOBO”, em 1953, a Escola Brasileira de Administração Pública da Fundação Getúlio Vargas, na cidade do Rio de Janeiro, implantou o primeiro curso de Relações Públicas, sendo este um curso técnico não superior.De acordo com Kátia Andrade, auxiliaradministrativo do CONRERP, os profissi-onais que atuavam na área faziam umregistro no CONRERP (Conselho Regio-nal de Relações Públicas), chamado de“registro provisionado”, e eram reconhecidos pela função que exerciam dentroda organização, após atuarem por 24meses na área e serem registrados na ABRP (Associação Brasileira de RelaçõesPúblicas) como Relações Públicas. Foi com o fortalecimento das entidades declasse que a profissão foi conquistando seus espaços nas organizações, com maior reconhecimento do mercado.
História em Minas
OS PIONEIROS
O primeiro Relações Públicas registrado de Minas, conta como a profissão evoluiu, os riscos e o zelo exigido dos profissionais que atuam na área hoje .

Em Minas Gerais, as atividades de Relações Públicas começaram a ser de-senvolvidas na década de 60, nas fer-rovias, nos bancos e na política. Dados do CONRERP indicam que a pri-meira universidade de Minas Gerais aimplantar o curso de ComunicaçãoSocial foi a Universidade Federal deMinas Gerais – UFMG, seguida pelaPontifícia Universidade Católica deMinas Gerais - PUC-MG. Ambas asuniversidades não tinham ainda seus cursos com habilitação em Relações Públicas.

De acordo com o Reitor do Centro Universitário, Newton Paiva Ferreira Filho,os primeiros cursos implantados nainstituição foram Pedagogia, Adminis-tração, Matemática e ComunicaçãoSocial. O curso de Comunicação So-cial oferecia, em 1970, três habilitações: Jornalismo, Publicidade e Pro-paganda e Relações Públicas. Porém,a maior parte da demanda era para aárea de Relações Públicas. “Em umaturma de 50 alunos, 10 optavam porexercer a profissão de Publicitário, 15optavam por Jornalismo e 25 escolhi-am RP”, lembra Newton de Paiva. O maior desafio na época, segundo o Reitor, era encontrar profissionais no exercício legal da profissão.

Segundo Tomelin, o orgulho do trabalho que realizava e o apoio sem restrições que recebeu na instituição ban-cária em que trabalhava foram fundamentais para seu crescimento. No en-tanto, hoje ele acredita que não podehaver confusão de conceitos. “A novaabordagem da comunicação integrada nas empresas fez com que os Relações Públicas perdessem parte deseu conceito. É preciso ficar atento aisto.”Outros pioneiros contam com entusiasmo como era ser RP há trinta anos.
Jorge Eduardo de Araújo Caixeta, 52anos, graduado em Relações Públicase Chefe de Gabinete do PFL na Assembléia Legislativa é um deles. Para Caixeta, a base da escolha da carrei-ra advém da possibilidade de exerceruma profissão com o objetivo final de abrir canais de comunicação e tercomo princípio de ação, na profissão,a exigência de um profissional com uma postura fundamentalmente ética.Mesmo tendo uma visão positiva daprofissão, Caixeta não deixou de citaras dificuldades enfrentadas no início da sua carreira. Acompanhe a entrevista completa com Caixeta na seçãoPerfil desta edicão.
Para Flávio Tófani, professor de Comunicação Comunitária, no curso de Relações Públicas do Centro Universitário Newton Paiva o diferencial na profissão é estar capacitado sem perder a ética e o orgulho. “O profissional deRelações Públicas tem que deixar deficar chorando ou resmungando quenão há espaço para ele no mercado. Enquanto ficar assim, outros profissionais irão aproveitar as oportunidadese se mostrar no mercado”.
Autores: Cláudia de Souza Melo, Francislene Silva, Graziella Ranieri, Ludmila Pedrosa, Nilza Quirina e Paula Coelho.

TRAJETÓRIAS DE SUCESSO
Há 30 anos formando profissionais de Relações Públicas, o curso do Centro Universitário Newton Paiva,cotado como o mais antigo de Minas Gerais, investiu cedo no mercado. São três décadas formando talentos, acompanhando a evolução da profissão no mercado de trabalho.
Os primeiros talentos mineiros formados em Relações Públicas surgiram em1974, quando a Newton Paiva colocouno mercado a primeira turma do cursocom habilitação na área. Foi uma década importante para a profissão, contaPedro Baggio, Relações Públicas graduado no início da década de 80 pelainstituição, atual professor de cursos degraduação e pós-graduação em BeloHorizonte. “O foco do curso evoluiu muito. Nos primeiros anos a formaçãoera voltada para atuar em empresas.Hoje em dia o mercado se ampliou e oRelações Públicas tem vasto campo deatuação em entidades governamentaise do terceiro setor”, lembra. Para ele, a academia está formando profissionais mais bem preparados e o diferencial éinserir os alunos em estágios e programas de emprego ainda na faculdade.

Margarida Gomes é outra Relações Públicas formada pela Newton Paiva na pri-meira década de funcionamento do cur-so. Para ela a formação permanente tão importante quanto a formação acadêmica. “O profissional de Relações Públicas é o responsável pela imagem daempresa no mundo dos negócios e nãopode parar. No meu tempo bastava sersimpático. Hoje a pessoa tem que estarfocada em seus objetivos, explorar asnovas tecnologias, ganhando agilidade, para não parar diante dos obstáculos”, conta.
A diretora adjunta da FACISA - Faculdades de Ciências Sociais Aplicadas doCentro Universitário Newton Paiva, Maria Alice Arcebispo, também foi acadêmica da instituição, formando-se emRelações Públicas em 1987. “O profissional de RP era tido como uma pessoa de trânsito fácil nos corredores do poder, além de ser o responsável oficial pela organização em situações difíceis”, afirma. Segundo Maria Alice, cada profissional é responsável pelo seu sucesso; a academia, contudo, agrega valor ao currículo, carregado por toda a trajetória profissional.

Nesta última década, vários acontecimentos no mundo corporativo acrescetaram novos conceitos e funções paraa área da comunicação. Especificamente para os Relações Públicas, a conquista de novos nichos de mercado tem s eaberto num leque de oportunidades. As novas tecnologias trouxeram facilidadesque puderam ser utilizadas como ferra-menta na obtenção e aprimoramento denovas idéias e informações. Tânia Miranda trabalhou como jornalista, antes de se formar em Relações Públicas no Centro Universitário Newton Paiva. Para ela, o mercado de trabalho está começando a mudar. “A comunicação não aconte-ce só em veículos de massa, mas abrange várias áreas e está em constante ampliação dos horizontes”, afirma.

Autores: Alessandra Queiroz, Daniela Oliveira, Gisele Abreu,Patrícia Rudeck e Sandra Caldeira.

NOVO CURRÍCULO
Acompanhar tendências. Evoluir com a profissão.

Cada vez mais, o mercado de trabalho necessita de profissionais que atuem de forma multifuncional, desenvolvendo outras atividades acrescidas às suas competências técnicas e específicas aprendidas na graduação. Tais exigências proporcionam alterações no perfil do profissional de Relações Públicas que, além de atuar na tradicional co-municação, sentirá a necessidade de ter conhecimentos em outros campos de atividade, como psicologia, tecnologia, administração, economia eoutros. A expansão do conhecimento em outras áreas é fundamental para se entender a estratégia global de um negócio, bem como permitir entender as rápidas inovações e mudanças ocorridas no mercado de trabalho.

Com vistas à adequação no mercado de trabalho globalizado e competitivo, à forte preocupação no relacionamento escola-mercado de trabalho e ao cumprimento das normas do Ministério da Educação, o Centro Universitário Newton Paiva tem buscado atualizar, sempre que necessário, o currículodo curso de Relações Públicas ao longo dos 30 anos em que vem formando profissionais para o mercado. “O objetivo é adequar a formação do profissional às mudanças ocorridas na economia, na sociedade, na política, na tecnologia, bem como nas novas estratégias e procedimentos de trabalho utilizadas nas instituições. Esse contexto de estruturaçãocurricular possibilita um ensino superior de qualidade, no sentido de contribuir para ampliação dos horizontes acadêmicos, para a formação de profissionais com visão generalista, para realimentação do vínculo escola-sociedade e para a produção de profissionais cada vez mais capacitados dentro das exigências do mercado de hoje”, afirma Kênia Fernandes, coordenadora adjunta do Curso de Relações Públicas da Newton Paiva.

O último currículo do curso de Relações Públicas corresponde à sétima versão do curso. Para uma melhor organização e administração dos currículos, o Centro Universitário NewtonPaiva estabeleceu a padronização de todos os currículos de todos os cursos da graduação, implantados na reforma curricular de 2003, colocando-os como currículo de número dez. Oprimeiro período do currículo dez já está em vigor desde o primeiro semestre de 2004.“A educação é dinâmica, então temos que trabalhar com as exigências contemporâneas”, afirma Mariza MacielDias, professora de Projetos Experimentais no curso de Relações Publicas da Newton Paiva.

Várias disciplinas foram implantadas, suprimidas ou totalmente alteradas ao longo destes 30 anos de curso. Para a aluna Dagmar Henriques, estudante do 5º período de Relações Públicas, as mudanças nem sempre são bem vistas pelos acadêmicos, mas são, em sua maioria, benéficas. ”Parei de estudar em 1991 e voltei em 2003. Acho que as mudanças condizem com a formação de um perfil polivalente que o novo mercado de trabalho demanda”, afirma a aluna.
POR QUÊ O CURRÍCULO MUDA?
QUAIS OS BENEFÍCIOS PARA OS ALUNOS?
QUEM ESTIPULA TAIS MUDANÇAS?

É observando as alterações e inclusões de disciplinas que se verifica a importância das novas versões do currículo. Segundo a Coordenadora do Curso deRelações Públicas do Centro Universi-tário Newton Paiva, Juliana Dias, as mudanças levam em conta, em primeirolugar, as alterações na legislação bra-sileira. Também são feitas pesquisasjunto a alunos e ex-alunos bemposicionados no mercado, em currícu-los de escolas do país e do exterior,além de consultas às empresas quetêm assessorias de comunicação. “São ouvidos também comissões de profes-sores, o colegiado do curso e comissões de alunos, para que as mudan-ças estejam em consonância com asnecessidades do mercado e com as di-retrizes curriculares estipuladas peloMEC.
Todas as alterações são legitimadas, antes de serem implantadas, pela Comissão de Reforma Curricular do Curso e pelo Consepe – Conselho deEnsino, Pesquisa e Extensão – daNewton”, informa.Ao longo destes 30 anos, as discipli-nas Psicologia e Sociologia se mantiveram presentes desde o primeirocurrículo, só que agora com ênfasepara empresas. “O curso introduziu disciplinas como Direito e Finanças,devido ao Código de Defesa do Consumidor e à necessidade de elabora-ção de um orçamento bemestruturado dos projetos de comuni-cação”, afirma Maria Alice Arcebispo,Relações Públicas e Diretora Adjuntada FACISA/Newton Paiva.

Hoje, estuda-se a disciplina Direito Empresarialcom o objetivo de preparar o alunopara momentos de tensão, crise, con-flitos judiciais.Na década de 80, se acreditava que erapossível fazer com que o aluno apren-desse uma língua apenas em discipli-na curricular. Na atualidade falar outroidioma é essencial e, por esta razão, oacadêmico investe mais tempo nisso,complementando o currículo como ati-vidade complementar. Para dar maisum exemplo, basta imaginar um profissional de RP que não domine técni-cas de oratória, de elaboração de umbom discurso, para perceber como elese sairia hoje no mercado. Por isso mesmo, as mudanças comprovam quea academia está antenada para se ali-nhar com esse processo de constantetransformação.

A NOVA ESTRUTURA CURRICULAR
  • 1o PERÍODO
    Língua Portuguesa Comunicação e Tecnologias Comunicação e Sociedade Teoria e Gestão de Relações Públicas Filosofia e Ética
    2o PERÍODO
    Leitura e Produção de Textos Cultura Brasileira Artes, Comunicação e Expressão Teorias da Comunicação Sociologia das Organizações
    3o PERÍODO
    Redação em Relações Públicas Metodologia de Projetos Científicos em Relações Públicas Estética e Criatividade Economia Contemporânea Técnicas de Comunicação Dirigida
    4o PERÍODO
    Administração em Relações Públicas Psicologia Organizacional e Comportamental Relações Públicas e Cidadania Ciências Políticas Estatística e Pesquisa em Relações Públicas
    5o PERÍODO
    Comunicação Publicitária Marketing Corporativo Empreendedorismo e Gestão Empresarial Jornalismo Empresarial Política Internacional
    6o PERÍODO
    Direito EmpresarialLegislação e Ética em Relações Públicas Criação e Redação para Mídia Eletrônica Cerimonial e Eventos Pesquisa de Opinião Pública
    7o PERÍODO
    Planejamento Estratégico em Relações Públicas Criação e Redação para Vídeo Institucional Projetos Experimentais I Orientação de Projetos Experimentais I
    8o PERÍODO
    Consultoria e Assessoria em Relações Públicas Tópicos em Comunicação Contemporânea Projetos Experimentais II Orientação de Projetos Experimentais II

Autores: Dagmar Henriques, Denise Ferreira, Giselda Roberti, Ricardo Lopes, Roberta Caren e Verlânia Neres.

A MELHOR AGÊNCIA EXPERIMENTAL DO PAÍS

Ter a melhor Agência Experimental de Relações Públicas do país confirma a qualificação dos alunos de Relações Públicas do Centro Universitário Newton Paiva, graças à associação de teoria e prática dentro da própria instituição. O resultado dessa combinação é a formação dos melhores Relações Públicas para atender o mercado brasileiro.
Ser a melhor agência experimental deRelações Públicas do país, segundo premiação da Intercom – Sociedade Brasileira de Estudos da Comunicação, entidade científica da área de Comunicação Social - é um grande diferencial. Conquistar o prêmio é um desafio anual para as agências. Faculdades e Universidades, públicas e privadas, de todo o país, que inscrevem seus trabalhos nos concursos que acontecem durante o Congresso, concorrendo a prêmios pelo Intercom, Expocom, Iniciacom e Luiz Beltrão.
Há dois anos, Minas Gerais fica com o 1º lugar no prêmio Expocom na categoria Agência Experi-mental de Relações Públicas: motivo de orgulho para a melhor agência experimental do país, a AGERP - Agência Experimental de Relações Públicas - doCentro Universitário Newton Paiva. A última premiação ocorreu no dia 01 de setembro de 2004, durante o XXVII Congresso Brasileiro da Comunicação, em Porto Alegre, confirmando a vitória obtida pela Agência em 2003, na mes-ma categoria.
O bicampeonato da AGERP veio acompanhado de outras importantes premiações. O curso de Relações Públicas daNewton Paiva foi também primeiro lugar no Expocom nas categorias Vídeo Institucional e Comunicação e Cidadania, além de ter obtido vários prêmiosde 2º e 3º lugares. Nesse ano, o cursoda Newton ficou também com o 2º lugar geral do Prêmio Iniciacom, com a pesquisa “Rádios Comunitárias: um estudo exploratório”, prêmio inédito para a Iniciação Científica do CentroUniversitário Newton Paiva. Segundo Marcília Pereira, atual coordenadora da AGERP, ser bicampeã é de extrema importância tanto para o currículo pessoal dos funcionários, quanto para o currículo dos alunos. “Premiações como estas fortalecem a imagem da Instituição, que tem em sua estrutura uma Agência Experimental de Relações Públicas conceituada em todo o país”, conclui.

Os trabalhos e atividades desenvolvidas na agência têm a participação e dedicação de todos os que fazem parte dela. Todos os funcionários e, principalmente, os alunos são valorizados e incentivados a se envolver com os projetos. “A AGERP procura desenvolverno acadêmico seu senso crítico e umavisão empreendedora, fazendo comque ele defina com segurança o seuperfil, logo nos primeiros períodos docurso”, lembra Tânia Miranda, ex-coordenadora da AGERP e membro do corpo docente do Centro UniversitárioNewton Paiva. Para ela, “o grande diferencial da AGERP é a oportunidade de vivenciar a prática dentro da própria escola, qualificando muito melhor os alunos”, conclui Tânia.
Em 2004, a AGERP encaminhou parao Intercom um portifólio com informações sobre os projetos: “Portas Abertas”, “New Cine”, projetos de pesquisas e eventos realizados, dentre outros. Participar dos concursos promovidos pela Intercom durante seu Congresso Anual estimula a pesquisa e a prática dos cursos de comunicação. As coordenações dos cursos de Relações Públicas de todo o país selecionam os melhores trabalhos durante o ano. A exposição de trabalhos se transforma numa oportunidade única de se conhecer o que tem sido produzido em toda parte do Brasil. Atualize-se sobre o Intercom no site http://www.intercom.org.br/ .
CONHEÇA MAIS SOBRE A AGERP
Laboratório de Informática (20 computadores ligados à Internet); Laboratório de Cerimonial e Eventos; Laboratório de Oratória; Salas para orientações e estudos; Arquivo de Monografias e Projetos Experimentais; Assinatura de revistas técnicas, especificas e gerais; Assinatura de jornais deMinas Gerais e outros estados; Vídeo, televisão, fax e aparelho de scanner; Extensa área externa para utilização durante as atividades do curso.

A AGERP – Agência Experimental de Relações Públicas - foi inaugurada no dia 21 de maio de 2001 para proporcionar aos alunos do curso condiçõesde aplicar a teoria à pratica, permitindo maior contato com a realidade de mercado e um melhoraperfeiçoamento profissional, atendendo, assim,as necessidades do curso de Relações Públicas.

Com instalações próprias à Rua Serra Negra,1994, bairro Caiçara - BH/MG, a Agência oferece,a empresas públicas e privadas, diversos trabalhos nas áreas de Comunicação Social. A prestação de serviços não tem fins lucrativos e é realizada pelos alunos do curso de Relações Públicas do Centro Universitário Newton Paiva, sob aorientação de professores. Por meio de professores e profissionais da área de Relações Públicas, a AGERP trabalha também com a captação de clientes reais, desenvolvendo trabalhos de planejamento estratégico, consultoria e assessoria de imprensa, elaboração de projetos de comunicação, desenvolvimento de comunicação interna e externa, cerimonial e eventos, pesquisa de mercado e de opinião pública, diagnóstico de comunicação empresarial, entre outros.

A AGERP possui espaço e recursos adequados à disposição dos alunos, possibilitando sua utilização por todas as disciplinas do Curso de Relações Públicas, especialmente aquelas de cunho prático.

ALGUNS PROJETOS DA AGERP EM 2004
PROJETO PORTAS ABERTASO Projeto Portas Abertas tem como objetivo apresentar o Centro Universitário Newton Paiva para os acadêmi-cos do 1º período de todos os cursos, por meio de visitas aos Campi, Centros, Núcleos e Laboratórios.Geralmente o projeto é realizado no início de cada semestre. No 2º semestre de 2004 foi atingido um públicode aproximadamente 1780 alunos.
PROJETO NEWCINE


Utilizar filmes nacionais e estrangeiros para suscitar a discussão, convidando os alunos à participação, explo-ração e discussão de temas relevantes e atuais. Esse é o objetivo do Projeto Newcine, que busca promovera interatividade, propondo um novo fundamento da comunicação de sala de aula. Além disto, o projeto éuma atividade complementar que visa oferecer aos acadêmicos mais possibilidades para o crédito dashoras exigidas para conclusão do curso. As sessões são realizadas aos sábados e são comentadas porprofessores da Instituição, por nomes da área cinematográfica de Belo Horizonte ou outros profissionaisqualificados para discutirem a sessão proposta.
PROMOÇÃO DE EVENTOSAlguns eventos realizados em 2004: Debate com candidatos/representantes à Prefeitura de BH, realizadopela Newton Paiva; Cerimônia de Agraciamento da Comenda do TRT-Tribunal Regional do Trabalho;Inforuso,evento promovido pela Sucesu/Newton Paiva; II Congresso Brasileiro de Extensão Universitária, na UFMG; IEncontro Regional do Fórum de Extensões das instituições de Ensino Superior Brasileiras – Região Sudeste,realizada pela CEAC – Coordenação de Extensão e Ações Comunitárias, junto com a ACMinas; Feira doSoma, promovida pela Newton Paiva; Supere 2004, realizada pela ACMinas.
Visite a AGERP:
Rua Serra Negra,1994 – Bairro Caiçara
Belo Horizonte – Minas Gerais
Telefone: 3412-8165

Autores: Cláudia Helena, Joyce Félix, Juliana Linhares, Karina Melo, Márcia Társia e Michela Melo.

DEZ ANOS DE RP EM REVISTA
Uma revista compromissada com a profissão
Publicada há dez anos, a RP em Revista tem cumprido seu papel de esclarecer e informar os profissionais da área, além de treinar os acadêmicos no fazer de um periódico. Assim, lançada em 94, continua valendo, todos os semestres. Uma prova de que a prática em sala de aula, feita com responsabilidade, pode se transformar em projetos consistentes, que realmente apóiem o fortalecimento da profissão no mercado.

Uma ferramenta através da qual os alunos de Relações Públicas pudessem praticar e refletir sobre a profissão, desenvolvendo saberes e uma visão critico-analítica. Dessa necessidade surgiu a idéia da RP em Revista, em 1994. Elaborada, em suas primeiras edições, pelos alunos do 7º período da disciplina Criação e Edição, a revista mudou desde sua primeira edição.

Cada número traz a preocupação de não só fazer um trabalho para ganhar pontos e, sim, criar uma fonte de pesquisa e de apoio ao acadêmico. Comemorando 90 anosde Brasil, a profissão de RP dispõe ainda de pouca literatura voltada exclusivamente para sua área. “Criaruma revista de RP foi um desafio para os alunos”, comenta a Profª VirgíniaBorges Palmerston, responsável pe-las 10 primeiras edições da revista, exceto a 3a, feita pela coordenadora do curso na época, Jane Jerusa SilvaReis. “Era importante criar um veículo impresso que funcionasse como laboratório de redação para os alunos. Como já existia o jornal-laboratório do curso de RP, optamos pelo formato revista, que poderia funcionar como espaço para produção detextos interpretativos”, completaVirgínia.

O projeto foi imediatamente aprovado pela Newton Paiva e os alunos participaram com entusiasmo. A repercussão do primeiro número no âmbito da comunicação social foi grande.“A Newton foi parabenizada pela açãode lançar uma revista e foi necessário aumentar a tiragem para atenderà demanda. Percebemos que a revista tinha alcançado as expectativas pelo número de professores, profissionais e alunos interessados que nos procuraram solicitando mais exem-plares”, lembra Virgínia.

UMA HISTÓRIA FEITA POR MUITOS
Elizabete Sily Pestana, Virgínia Borges,Roberta Veiga, Robson Fontenelle e, desde 2004, Ana Beatriz Goulart Pereira. Todos foram professores que ministraram disciplinas nas quais se pla-neja e produz as revistas.
Analisando cada um dos vinte números da “RP em Revista”, o que se percebe são fases distintas no enfoque da mesma profissão. A primeira trajetória revelava uma preocupação conceitual da profissãoe sua relevância no mercado. Num segundo momento, o objetivo foi firmar a comunicação empresarial em suas variadas formas. E hoje, em sua fase atual, a revista trata da vocação da comunicação para o social, englobando temas de mercado do interesse de alunos e profissionais da área.
Os primeiros números da revista traziam temas que continuam atuais, como “Televisão no Brasil” e a “Supremacia dos Consumidores nas Economias em Vias de Desenvolvimento”. Artigos e reportagens visando enfatizar a importância da profissão nas empresas e prestando esclarecimentos quanto à regulamentação da profissão foram tratados nas páginas da revista. O CONRERP e o CONFERP também tiveram espaço reservado na publicação.

APRIMORAMENTO DE CONTEÚDOS
Aprendizado acadêmico

Em 2000, os textos assumiram um perfil mais acadêmico, com caráter jornalístico. A partir desse ano, a revista busca uma reflexão teórica sobre a área de comunicação nas atividades de Relações Públicas. “A produção da RP em Revista proporciona ao aluno a oportunidade para o estudo de um canal de comunicação e do clima comunicativo que ele pode estabelecer”, comenta Elizabete Sily, professora responsável pela edição da RP em revista em 2000. Para ela, a produção da revista conduz o estudante à realizaçãode um trabalho de texto mais elaborado, acompanhando as especificidadesdo estilo magazine.

A revista passou por várias modificações nesses 10 anos: a diagramação das matérias passou a seguir o padrão com assuntos quentes nas páginas ímpares, a partir de 1997. O formato foi alterado em 2001, quando a revista ficou dois centímetros maior. A qualidade gráfica da revista foi aprimorada, com impressão em papel couchet e colorido nas últimas edições.

Além das modificações gráficas e editoriais, cada vez mais os alunos têm se esforçado para que a revista tenhasempre matérias atuais e um visual moderno e arrojado. Muitas vezes, um tra-balho pode ser totalmente perdido. Foi o que aconteceu no número 16, em janeiro de 2003. Problemas sociais rela-tivos às matérias, como o tráfico de drogas no Morro das Pedras, atrasou a edição. Durante o fechamento deste número, o acordo entre a escola e TV local se encerrou e, assim, a matéria que tratava dos professores e alunos envolvidos no projeto teve de ser inter-rompida e outra teve de ser preparada para ocupar seu lugar. Produzir a revista dentro das atividades de sala de aula é um desafio que só traz recompensas ao aluno.

Referência no setor de RP, a revistachega hoje a empresários,Relações Públicasd e todo país, alunos e professores da área. Robson Fontenelle recomenda que a revista seja explorada pelos acadêmicos, pois ela é uma fonte rica de informações e conhecimentos que conduz ao sucesso numa visão ampla de mercado.

Hoje, a revista é produzida semestralmente pelos alunos da disciplina de Criação e redação em Jornalismo Empresarial, no 5º período do Curso de Relações Públicas do Centro Universitário Newton Paiva, nos turnos manhã e noite. São distribuídos cerca de dois mil exemplares para alunos, professores, assessorias de comunicação de diversas empresas e bibliotecas. "A RP em Revista foi ajustando seu foco ao longo destes 10 anos de edições, conforme as necessidades do mercado. E hoje faz parte da tradição do curso, como um trabalho agradável para os alunos, que têm a oportunidade de pesquisar sobre a profissão e ajudar a mudar o conceito da mesma com uma atividade concreta no mercado”, comenta Ana Beatriz Goulart Pereira, professora responsável pela edição da revista atualmente.

Autores: Adriana Martins, Ana Cristina Lafetá, Bruno Rihgi, Fernanda Aparecida da Silva, Janaína Fonseca, Lígia Valadares, Magda Campos, Patrícia Villaça, Vanna Silva e Wanessa Gomes.

AS CAPAS DIZEM MUITO
Questão de estilo, percepção e relacionamento

Lembra-se daquela foto antiga de sua família, na qual você reparou em uma roupa (esquisita) da época, no corte de cabelo ou naqueles óculos estranhos? É comum compararmos o passado com o presente e descobrir como éramos, além de descobrir valores que permeiam a nossa história. Assim como as roupas, a tecnologiae os recursos gráficos estão nos mostrando como hoje tudo é possível no campo visual. E, ao comparar com o passado, percebemos a evolução, os incrementos iconográficose a mudança de tendências.
Observar as capas da “RP em Revista” nos permitiu retratar as tendências e as mudanças de nossa profissão. Foram 10 anos demuito trabalho,que resultaram em 21 números editados e publicados até 2004. Cada capa retrata as evidências de cada semestre, no que diz respeito ao mercado de trabalho, discussões da profissão, ações bem desenvolvidas no campo das Relações Públicas em diversas empresas e, através de entrevistas com profissionais bem sucedidos, as experiências que se perpetuaram na memória de acadêmicos e docentes.

A conclusão é que é muito bom ter um meio de comunicação feito pelos próprios alunos para que es-tes possam colocar lado a lado a teo-ria e a prática que a Newton Paiva tan-to evidencia.As capas são surpreendentes e variam entre fotos, mix de imagens, charges, letras garrafais e muita imagi-nação e abstração de quem as produ-ziu. Toda peça gráfica, hoje, seja ela para ilustrar uma revista, folder, livro ou jornal, deve primar pela qualidade, ser de fácil entendimento e forte apelo comercial.

CRIANDO CAPAS E IDENTIDADES
"Deve seguir os padrões existentesno mercado”, afirma Elga Goulart, coordenadora de Criação da Massan-Z, gência Experimental do Curso de Publicidade e Propaganda do Centro Uni-versitário Newton Paiva.

Nosso país já teve grandes capistas. artista gráfico e capista Eugênio irsch, por exemplo, nascido na Áustria, veio para o Brasil em 1955. Entre os seus trabalhos mais conhecidos está a ilustração que fez para olita, romance de Vladimir Nabokov. Outra grande capista, MoemaCavalcanti, trabalha desde 1975 como designer gráfico autônoma para várias editoras, desenvolvendo mais de 800 capas de livros. Seu trabalho inclui também projetos gráfi-cos de revistas, identidade visual de empresas, relatórios anuais, catálogos de exposições de arte, folders e os programas do Teatro Municipal de São Paulo.

O design visual da capa para o profissional de Relações Públicas pode parecer assunto meio distante, mas é de suma importância para abrir portas para uma boa leitura, um bom entendimento e para fixar informações, resultantes de pesquisas incansáveis de toda uma equipe.

O Relações Públicas pode não ser o responsável pelo desenvolvimento da ilustração de uma capa, mas deve acompanhar, sugerir e planejar a melhor forma de instigar o leitor à leitura. “Fi-car por dentro das tendências visuais que o cerca, informar-se sobre a percepção de cores e letras, bem como estar afinado com o conhecimento tecnológico da nossa época são boas dicas para acompanhar, com sucesso, esse processo”, diz Elga.

Autores: Dagmar Fernandes, Denise Ferreira, Giselda Roberta, Ricardo Lopes, Roberta Caren e Verlânia Neres.

MERCADO INTERNACIONAL
Novas tendências, novos mercados. Você se habilita?

Canadá, Itália, Espanha, Inglaterra eIsrael revelam-se como promissores países para a atuação dos RelaçõesPúblicas brasileiros. Programas como os dos governos canadense e espanhol que oferecem bolsas de estudo para profissionais de Relações Públicas ,desde que contenham um estudo sobre o país, são um grande passo parao começo da atuação do profissional no exterior.

Nos sites http://www.aeci.es/ e http://www.canada.org.br/ é possível encontrar, facilmente, informações sobrequem pode participar desses programas, formulário de cadastro e, o melhor de tudo, o valor da bolsa oferecida pelos programas de incentivo, que gira em torno de R$1800,00 por semana, além das passagens de ida e volta.

Mas será que você está pronto para atuar nesse mercado?

Para atuar na Europa é preciso estar preparado. O mercado exige que o profissional fale ao me-nos dois idiomas estrangeiros, tenha viajado e continue viajando muito, para que possa obter conhecimentos gerais e ampliar sua visão de mundo. É necessário também buscar experiências ou estágios em organizações durante avida acadêmica.

Além da Europa e dos EUA, outros países também estão de portas abertas para os brasileiros preparados. Na América Latina, a CIAL – Coordenadoria deIntegração com a América Latina, juntocom o CONFERP, tem desenvolvido ações voltadas para os Relações Públicas no contexto internacional. As ações projetam a atividade de Relações Públicas no exterior e promovem o intercâmbio entre os profissionais. Ao mesmotempo, a CIAL promove a oportunidade imediata de o profissional conhecer a realidade da profissão no exterior.

Segundo Andréia Athaydes, Coordenadora de Integração da América Latina/CONFERP, a Comissão de Integraçãodo Mercosul foi criada em 2000, sob responsabilidade do profissional paulista Flávio Schmidt. “O objetivo daCIAL é estreitar o relacionamento comas entidades de classe da nossa áreanos países do Mercosul, a fim de estabelecer parcerias com os profissionais,para ampliar o intercâmbio de produ-tos e serviços entre os países”, comenta Andréia.

Mas só o Brasil possui uma legislação para a profissão de RelaçõesPúblicas (bacharelado), que estabelece critérios para exercer esta atividade,na América Latina. “Legalmente isso é um empecilho para outros profissionais exercerem a atividade aqui no Brasil. Contudo, os brasileiros não terão barreiras para atuar lá fora. Apesar de ser um ponto a mais para os profissionais brasileiros, isso gera um desgaste e o enfraquecimento da área perante a sociedade latina”, concluiu Andréia. O resultado é que a falta de representatividade das entidades de classe latinas dificultam a assinatura de convênios, a execução de parcerias ou mesmo viagens de atualização.

UMA EXPERIÊNCIA EM ISRAEL
Novos desafios, outro país, cultura diferente e a oportunidade de crescer profissionalmente são bons motivos para uma pessoa deixar seu país e enfrentar um mundo desconhecido. Paulo Henrique So-ares, Relações Públicas e gerente Geral de Comunicação com Públicos Estratégicos da Companhia Vale do Rio Doce(CVRD), traçou novos caminhos para a solidificação da carreira. Depois de fazer um intercâmbio pelo Rotary Club, pela Europa e Oriente Médio, Paulo Henrique conheceu os Kibbutzim (plural de Kibbutz –comunidades israelenses) e resolveu desenvolver o trabalho de Comunicação com foco em Israel.
Para ele não há nenhuma restrição em relação ao povo brasileiro em nenhum país, em especial no meio profissional, por isso recomenda Israel e qualquer experiência no exterior para todos os estudantes brasileiros. “Experiências internacionais são sempre válidas. Seja para aprender um outro idioma, conhecer uma nova cultura, fazer turismo ou mesmo para trabalhar no exterior na sua área de formação. Tudo isso é uma grande melhoria na carreira profissional. Sou sempre a favor de profissionais que já tiveram oportunidades de trabalho e/ou estudo no exterior. Para isso saber outros idiomas é mais do que um diferencial, é uma exigência do mercado" recomenda.

O MERCADO EUROPEU NA VISÃO DE UM RP ITALIANO
Agenda sempre cheia, malas prontas para viajar. Dormir em um país, acordar em outro para cumprir compromissos em todas as partes do mundo. Esta é só uma parte da rotina de Fabrizio Michelini, Relações Públicas bem sucedido da multinacional SPHINX - USA. O italiano Fabrizio atua hoje na Europa e tem uma visão especial para todos os que atuam ou, brevemente, estarão embarcando neste vôo. Em um intervalo da sua agenda, ele falou com a RP em Revista.

Quais os desafios enfrentados pelosprofissionais de Relações Públicas naItália?
A área de Relações Públicas aqui, naItália, está vivendo um bom período de reconhecimento. O único problema é o alto nível de estudos exigido pelo mercado. O bom profissional não pode parar nunca. Tem que ter experiência de trabalho, dominar no mínimo dois idiomas, ser formado em outras áreas como o marketing, além dos quatro anos de estudo de Relações Públicas.

Como é o trabalho desenvolvido por você?
Os contatos são o tesouro do RelaçõesPúblicas. Eles podem ir desde os mais simples até as amizades políticas. Quarenta por cento do trabalho que desenvolvemos é o de resolver problemas da organização, quando há uma falta de diálogo entre as partes interessadas. Por exemplo: entre a organização e os clientes. Se a organização não consegue satisfazer os clientes ou faz alguma “bagunça” em relação aos pedidos, somos nós que devemos resolver. Devemos ter em mente que, quando vamos à empresa do cliente, somos os representantes da nossa organização.

E nos outros 60%?
Nos outros sessenta por cento do tempo trabalhamos em busca de novas áreas, novas oportunidades de mercado através de pesquisas. Ou seja, se queremos atuar em um mercado em potencial, primeiro conhecemos as pessoas certas, líderes formais ou não, pois serão elas que fortalecerão nosso trabalho. Muitas vezes é melhor conhecer o sargento que o general...

Há discriminação em relação à profissão?
Discriminação não há. Relações Públicas é um trabalho como a engenharia ou a administração, e o RP não pode faltar dentro de uma organização. Oque existe, algumas vezes, é a inveja em relação ao sucesso de um profissional.

Você conhece Relações Públicas brasileiros que trabalham na Itália?
Alguns, os Relações Públicas brasileiros que conheço trabalham apenas com eventos.

E eles são bem vistos no mercado?
Claro, afinal nós precisamos de um pouco de relax e farra, e nisso os brasileiros são líderes.

Qual é a faixa salarial dos profissionaisde RP na Europa?
Na Itália a faixa salarial depende de cada empresa, da responsabilidade e da disponibilidade do Relações Públicas. O salário mínimo da Europa é de700 Euros (R$ 2.450,00). Um Relações Públicas que atua como “promoter”ganha em torno de 1.200 Euros por mês, mas um Relações Públicas gerenciador de uma multinacional como a FIAT ganha por ano em torno de 350.000 Euros, ou seja, um milhão e duzentos e vinte e cinco mil reais, mais ou menos.
Autores: Daniele de Almeida, Fernanda Bispo, Fernanda Letro, Marcela Augusto, Renata Guimarães, Renata Batista e Sabrina de Souza. Tradução: Fernanda Bispo
NO TOPO DA ORGANIZAÇÃO
Técnica, experiência e desenvolvimento pessoal: ingredientes de sucesso que
fazem doprofissional de Relações Públicas peça fundamental nas organizações.
Os Relações Públicas são gestores?Existe um nicho de mercado para esse profissional na área de GestãoComunicacional? Muito se diz a res-peito, mas o que fazer para conquistar e chegar ao topo de uma organização?
Estas são, sem dúvida, perguntas que os profissionais se fazem. Mas para respondê-las é preciso que tantoo profissional quanto a empresa redefinam conceitos e redescubram os verdadeiros papéis neste mercado.
Para Renata Ferraz, gerente de marketing e comunicação do Jornal eTV Balcão, o profissional habilitado trabalhar a Gestão da Comunicação dentro de uma organização. Para ela, a formação abrangente do Relações Públicas lhe dá habilidades nas áreas de Jornalismo e de Publicidade. Ela acrescenta que há um nicho de mer-cado para o Relações Públicas na área de Gestão da Comunicação, mas falta, ao mesmo tempo, que ele seja percebido pelo mercado das pequenas e médias empresas. O empresário brasileiro ainda não percebe claramente que o investimento em comunicação é de suma importância para a transmissão de credibilidade e confiança em seus produtos e serviços.
Já para Augusto Souza, Relações Públicas do Palácio das Artes e da Fundação Clóvis Salgado, o que falta ao profissional de Relações Públicas é mais dinamismo. “O mercado atual busca pessoas cada vez mais rápidas, que prestem serviços com agilidade e competência e que possam ser capazes de opinar nos diversos setores da empresa, contribuindo para a eficácia e crescimento da organização. Estes elementos são indispensáveis para a atuação do RP como gestor, porém cabe ao próprio profissional desenvolvê-los”, afirma.
A gestão da Comunicação é uma das principais atividades dos profissionaisde Relações Públicas. Para Augusto Souza, a ousadia e empenho no trabalho são elementos que garantem a esses profissionais destaque comoGestores da Comunicação Organizacional. Observa-se, no entanto, que a posição de gestor da comunicação no mercado está sendo ocupada também por outros profissionais além dos RP’s.
Renata Ferraz e Augusto Souza são exemplos concretos e animadores de sucesso, que demonstram como a determinação viabiliza a chegada ao topo das organizações. Como Gestores de Comunicação, todos recordaram barreiras e desafios que enfrentaram, mas deixa-ram uma lição única: cabe aos profissionais de Relações Públicas correrem atrás de seus objetivos e mostrar aos empresários a sua competência, conhecimento e habilidade. Para eles, que já estão no topo de importantes organizações mineiras, a dica é começar sem grandes pretensões, mesmo que seja fazendo a comunicação do bairro, trabalho em ONG’S, pois as oportunidades aparecerão com otempo e o profissional atento será capaz de trilhar bem seu próprio caminho.
Autores: Edem Júnior, Cristiane Assis, Leandro Rocha, Márcia Basques e Rosália Resende.

TROCA DE FIGURINHAS RESULTA EM ESTRATÉGIAS
Profissionais de Relações Públicas criam grupos de discussão com colegas de áreas diversas para aprimorar a atuação no mercado.

A integração dos profissionais da área de Comunicação Social é de extrema importância para o sucesso de uma empresa.Mas o desafio nem sempre tem sido tarefa fácil nas organizações. A intercomunicação das áreas e entidades representativas, por exemplo, é quase nula, quando não de fervorosa oposição.
Pensando nisso, duas profissionais deRelações Públicas, formadas pelo Centro Universitário Newton Paiva, criaram, há aproximadamente três anos, o grupoE-Com, que tem como objetivo promover esta integração.
O E-Com é um Grupo de Estudos de Comunicação que já reúne profissionais de 21 empresas (Alcan, Ale Combustíveis,Cia Siderúrgica Vale do Rio Doce, Cemig,Cenibra Usiminas, MBR, Cruzeiro Espor-te Clube, Votorantim Metais, entre outras) que, mensalmente, trocam experiênciase discutem temas importantes para o desenvolvimento profissional dentro e fora das empresas em que atuam.
A coordenação do grupo é trocada a cada ano através de eleições. Os próprios membros elegem o novo coordenador e seu suplente. Quanto aos critérios de participação, estes envolvem basicamente a indicação feita pelo próprio grupo. A empresa que estiver interessada em partici-par entra em contato e, após análise e aprovação por mais de 50% do grupo, a empresa inicia sua participação no E-Com.
Como a composição do grupo é bem heterogênea, as discussões são ricas de debates que abordam variados temas, desde o papel dos estagiários de comunicação até temas mais estratégicos. O assistente técnico de imprensa da Cenibra, participantedo grupo, observa no E-Com um crescimento e desenvolvimento da área de comunicação. “O grupo oferece um espaço muito importante onde cada um pode emitir opinião, ouvindo e aprendendo com os demais participantes. Na vida pessoal, o grupo cria laços de amizades que são imprescindíveis para o nosso dia-a-dia” afirma ele.
A coordenadora do grupo, Rejayne Nardy, atual designer da Ale Combustíveis, acredita que as diferenças dos perfis dos participantes enriquece muito os debates. “Ali, todos se respeitam e se ajudam mutuamente. De imediato, os profissionais buscam conhecer o grupo para depois levá-lo ao conhecimento da empresa em que trabalham, que geralmente apóia e incentiva o E-Com”, afirma. Para Rejayne, a troca de experiências e o significativo aumento na rede de contatos são apenas alguns dos benefícios do grupo para seus participantes. Devido à grande evolução dos últimos meses, o grupo já pensa em criar um Fórum de discussões com o envolvimento das empresas e, também, de Universidades de Belo Horizonte.

Autores: Andreza Siqueira, Cláudia de Lalôr, Gleyson Carlos, Jaqueline Béllis, Ludmila Fernanda e Vandeir Assis.

OPORTUNIDADES
Relações Públicas e Turismólogos têm tudo para somar esforços numa parceria de sucesso.
O turismo vem se desenvolvendo deforma acelerada no Brasil e no mundo, o que gera preocupação em organizações públicas e particulares que se dedicam a esta área. Tendo como objetivo principal a criação de infra-estrutura capaz de oferecer aos turistas todo o conforto em suas viagens, os empreendimentos turísticos devem estabelecer um sistema inteligente de relacionamento com os visitantes. Mesmo que a acomodação e as oportunidades de visitações turísticas sejam satisfatórias, o viajante pode mostrar-se insatisfeito quando não se sente bem acolhido e atendido.
Função multidisciplinar e multirelacional, a atividade de Relações Públicas, assim como o turismo, enquadra-se de modo perfeito com as atividades do setor. No turismo prevalece como atividade primária o relacionamento com diversos públicos, que podem ser descritos como empresas de hotelaria, operadoras, agenciadoras, transportadoras, prestadoras de serviços e, principalmente, o turista. “Em hotéis de melhor nível, já existem setores de comunicação, sejam eles na lavanderia ou na recepção. Esse serviço está sendo prestado com o intuito de personalizar o atendimento (trabalhando junto ao hóspede) sendo uma das principais qualidades de um bom hotel hoje”, afirma André Viana, turismólogo e coordenador do CEDITUR - Centro de Documentação e Informação Turística do Centro Uni-versitário Newton Paiva.
No turismo se vende a possibilidadede realização de sonhos, desejos e ne-cessidades. Isso é oferecido através do turismo cultural, no qual as pessoas vão atrás de conhecimento, da apreciação de artes, para o descanso e para as viagens de negócios. Vale ressaltar que o conceito positivo e a boa imagem de uma instituição não secriam e se mantêm se não ocorrer um trabalho de Relações Públicas voltado, principalmente, para o público interno. Se os funcionários não possuírem um conceito favorável de sua empresa e não estiverem engajados com seus ideais, dificilmente será possível manter uma boa imagem junto ao público externo. Mais uma semelhança com o turismo.
Para se estabelecer no turismo, a estratégia básica do Relações Públicas é a de aproximar a organização aos seus públicos, proporcionando um atendimento que possa ser identificado pelo receptor como único, lembran-o que a confiança, a credibilidade e a persuasão são elementos decisivos no momento da compra.
O Relações Públicas pode alavancar inúmeras ações, tais como histórico e aspectos relevantes, análises das informações colhidas em processo de pré-venda,venda e pós-venda, planejamento de eventos e muitos outros. “A funçãobásica das ações de Relações Públicas no turismo é o planejamento estratégico, que visa divulgar os atrativos turísticos de uma determinada região e desenvolver um trabalho com a comunidade local, buscando a receptividade dos moradores para com os turistas”, afirma Maria doCarmo Guerra, professora dos cursos de Relações Públicas, Publicidade ePropaganda e também do curso deTurismo do Centro Universitário Newton Paiva.
O que se percebe, portanto, é um vasto campo de trabalho ao qual o Relações necessita estar sensível e aberto, pois há possibilidades de parcerias infindáveis com os turismólogos. Em um período em que, pela primeira vez, nosso país tem um ministério focado em Turismo e que parece estar preocupado em profissionalizar suas ações e políticas para o setor, a comunicação não pode ficar de fora.
Autores: Ana Luiza Belfort, Marina Lamêgo e Renata Rochane.

ELEIÇÕES EM BH
O Relações Públicas atrás das vitórias das urnas

Em ano eleitoral podemos observar as grandes movimentações políticas dos candidatos em torno das disputas nos municípios e verificamos a necessida-de de trabalhar a imagem e a comuni-cação de forma adequada nesta área, para que os candidatos passem a con-quistar a confiança e a credibilidade de cada um de seus eleitores.
Segundo Denise Rabelo, graduada em Relações Públicas pela Newton Paiva, funcionária do gabinete do Deputado Alberto Pinto Coelho, na Assembléia Legislativa de Minas Gerais, “é preciso traçar estratégias de comunicação de forma a conseguir prender a aten-ção e firmar a imagem do candidato junto a seus eleitores. Para isto, é necessário determinar quais são os públicos, identificar como a comunicação deve ser dirigida a cada um, verificando quais os tipos de veículos de comunicação que devem ser utilizados para cativar e fidelizar os eleitores, para que a mensagem que se deseja passar seja bem interpretada e eficaz”.
É essencial que o Relações Públicas trabalhe em conjunto a imagem do candidato e do partido. “Também é necessário que haja uma manutenção destas imagens para que nenhuma in-formação seja deturpada, o que trará, como conseqüência, a fidelidade de eleitores”, afirma Clésio de Souza Cesário, Relações Públicas, funcionário do Deputado Leonardo Quintão.
É com este pensamento que o mercado político está abrindo as portas para o profissional de Relações Públicas. Sua formação abrangente na área de comunicação e suas habilidades estratégicas são o diferencial. Thiago Fernandes Pereira, graduado em Relações Públicas, pelo Centro Universitário Newton Paiva, assessor da campanha eleitoral do reeleito prefeito de Belo Horizonte, Fernando Pimentel, tem muito o que comemorar. Para ele, uma campanha eleitoral é um processo de comunicação muito forte e muito objetivo. “Considero, por isso, a atividade de Relações Públicas essencial para uma campanha política.” acrescenta Thiago.
Para a atividade de Relações Públicas, é importante definir muito bem o público antes de atingi-lo como objetivo de comunicação. “No caso da campanha, nós definíamos muito bem os segmentos, que são vários dentro de uma sociedade. Realizávamos plenárias para cada tipo de público, no local adequado a todos eles, para tentar transmitir a informação que o candidato Fernando Pimentel queria pas-sar da melhor maneira possível.”
Autores: Leandro Rocha, Rosália Resende, Edem Júnior, Márcia Basques e Cristiane Assis

BATE-PAPO SOBRE A PROFISSÃO
A história da profissão, contada por um dos RP`s mais antigos de Minas.

O Bate papo desta edição foi com Jorge Eduardo de Araújo Caixeta. Nascido em 18 de julho de 1952, bacharel em Comunicação social, habilitado em Relações Públicas, ele conta como tem sido exercer aprofissão ao longo das trêsúltimas décadas. Ex – professor universitário, Caixeta já trabalhou por 16 anos na Veminas S/AComércio e Indústria e tem uma visão particular sobre a profissão que vale a pena conhecer!
O que o influenciou na escolha de suaprofissão?
Duas coisas foram básicas. A primeira: a possibilidade de exercer uma profissão que tem por objetivo final a abertura de canais de comunicação. A segunda: Exercer uma profissão que tem como princípio de ação a exigência de que o seu agente profissional tenha uma postura fundamentalmente ética.
Quais as dificuldades que enfrentou ao começar a exercer a profissão?
A primeira grande dificuldade foi fazer RP com o nome de RP. Nunca admiti ser chamado de Assessor de Comunicação ou outros nomes que quiseram dar ao cargo. Sempre me denominei Assessor de Relações Públicas. Faço parte de uma geração que habituou a ver as Relações Públicas serem chamadas de nomes mais diversos. Os nomes em inglês, então, eram um sucesso. Ocorre que tais nomes passaram, como modismo e as Relações Públicas continuam aí. Colegas têm aprendido a dar o nome à coisa. Isso é bom. Muito bom. Outro desafio foi demonstrar que RelaçõesPúblicas fazem parte do inventário moral das organizações. Demonstrar que elas, as Relações Públicas, não fazem parte de algo que se realiza temporaria-mente. Elas são e devem ser presenças constantes, diuturnas nas organizações. Finalmente, não foi fácil fazer com que os colegas profissionais, notadamente professores – que são os formadores de nossa categoria – deixassem de ter vergonha de se proclamarem RP e de afirmarem, em alto, claro e bom som, que ensinam Relações Públicas.
O que o marcou durante estes anos de atuação na área ?
A atualidade da ação das Relações Públicas. Organizações dos mais variados matizes e das mais diversas bandeiras estão a toda hora requerendo a ação das Relações Públicas. Podem, até, prescindir do profissional de Relações Públicas, mas não conseguem a sobrevivência no mercado sem a efetiva ação de Relações Públicas.
Qual a sua percepção da nova formaçãode Comunicação Integrada?
Existe formação em comunicação social que não seja integrada? Que nome é esse? Mais um “plus” mercadológico que inventaram para diferenciar cursos oferecidos no mercado? Pelo amor de Deus. Exijam de seus professores o curso emComunicação Social. Se alguém conseguir fazer comunicação social que não seja integrada temos que dar-lhe um prêmio especial.
Como você vê a profissão hoje? O que mudou no mercado, na sua opinião?
Vejo as Relações Públicas conquistando cada vez mais o mercado. Em contrapartida, vejo os profissionais de Relações Públicas cada vez mais escondidos. Esse paradoxo tem explicação. Uma delas: confundimos as coisas. A tal invenção de nomes fez o profissional se “encolher”. Outro ponto: durante um bom período – devido à ditadura implantad apelo golpe militar de 1964 – o administrador, público e privado, via a atividadede RP como assessoria de imprensa. Ele, o administrador, queria era aparecer ou fazer sua empresa ou organização aparecer na mídia. Assim, o maior empregador mineiro da área – que é o governo – tinha um famoso jornalista com até três empregos em órgãos públicos. Era uma festa. Releases eram publicados na íntegra. E o pior, era comum você ver a mesma matéria em mais de um jornal. A mesma mesmo. Literalmente. Com a abertura democrática, o administrador – público e privado – compreendeu que o mercado (lá vem ele de novo) não mais aceitava notinha nos jornais. Queria mais. Os assessores de imprensa de então não sabiam fazer mais do que assessoria de imprensa. Aí as Re-lações Públicas que estavam “submersas” emergiram-se. Hoje, nova briga se apresenta. A FENAJ tenta fazer com que assessoria de imprensa – que é função privativa de RP – passe a ser função exclusiva e privativa de jornalistas. Novamente, parece-me, que esse filme se repete. Vamos ver o que acontecerá.
EXPEDIENTE
Revista Laboratório do Curso de Relações Públicas Faculdade de Ciências Sociais Aplicadas - FACISA - Centro Universitário Newton Paiva .

Dr. Newton de Paiva Ferreira Filho - Reitor
Dr. Paulo Newton de Paiva Ferreira - Vice-Reitor
Prof. Angela Maria P. Pace S. de Assis - Pró-Reitora Acadêmica
Prof. Luiz Gonzaga Lopes Cordeiro - Diretor da FACISA
Prof. Maria Alice Mendes Arcebispo - Diretora Adjunta da FACISA
Prof. Vania Morato - Diretora Adjunta FACISA
Prof. Juliana Dias - Coordenadora do Curso de Comunicação Social - Relações Públicas
Prof. Ana Beatriz Goulart Pereira- Responsável / Editora Reg. FENAJ 4700/MG

Esta é uma revista-laboratório da disciplina Criação e Redação em Jornalismo Empresarial, com distribuição gratuita e duas edições anuais. A RP em Revista não se responsabiliza pelos conceitos emitidos em artigos assinados e permite a reprodução total ou parcial das matérias desde que citados a fonte e o autor.

Opiniões e sugestões de pauta: bgoulart.prof@newtonpaiva.br ou bia@goulartgrossi.com.br .

Quem sou eu

Belo Horizonte, MInas Gerais, Brazil
Educadora, Jornalista, Radialista e Servidora Pública. Católica atuante, membro dos TOV no Brasil e de outras pastorais voltadas para espiritualidade do jovem e família em Belo Horizonte.